TMG leva ao Congresso Brasileiro do Algodão lançamentos que respondem diretamente às principais demandas do cotonicultor brasileiro
Empresa apresenta novas cultivares com tecnologias de última geração, reforça seu portfólio multiplataforma e destaca soluções voltadas à produtividade, qualidade de fibra e sanidade das lavouras
A TMG – Tropical Melhoramento & Genética participa do 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), principal encontro técnico e científico da cadeia algodoeira nacional, reforçando seu compromisso com a inovação e o desenvolvimento da cotonicultura brasileira. Parceira de longa data da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a empresa leva ao evento um portfólio robusto de cultivares e tecnologias desenvolvidas para atender às principais demandas dos produtores, resultado de mais de duas décadas de investimentos em pesquisa, biotecnologia e transformação digital.
Durante o Congresso, a empresa destaca a consolidação de seu portfólio baseado na plataforma Bollgard® 3 XtendFlex® (B3XF), ampliado com novos materiais que combinam alto potencial produtivo, excelente qualidade de fibra e soluções para os principais desafios enfrentados nas lavouras. O estande da TMG também será um espaço para troca de conhecimento entre produtores, consultores, pesquisadores e demais profissionais da cadeia do algodão.
Entre os destaques está a cultivar TMG82B3XF, de ciclo precoce, desenvolvida para oferecer elevado teto produtivo aliado à excelente qualidade de fibra. A TMG85B3XF, de ciclo médio, reúne alto potencial produtivo, qualidade de fibra dentro dos padrões comerciais e tolerância à ramulária. Já a TMG87B3XF, de ciclo médio-tardio, foi desenvolvida para entregar alta performance agronômica e qualidade superior de fibra. As três cultivares oferecem flexibilidade no manejo por permitirem aplicações de glifosato, glufosinato e dicamba, além de apresentarem resistência completa à ramulária (isolados 1 e 2) e ao nematoide-das-galhas (Meloidogyne incognita), proporcionando maior estabilidade e sanidade às lavouras.
A TMG também apresenta a cultivar TMG25STP, de ciclo médio-precoce, que incorpora a biotecnologia Seletio® TwinLink® Plus ao portfólio da empresa. A novidade amplia as opções de manejo do produtor ao combinar tolerância múltipla a herbicidas com controle avançado de lagartas, oferecendo mais eficiência e flexibilidade para diferentes sistemas de produção.
“As soluções da TMG se conectam diretamente com as maiores dores do cotonicultor: o manejo de plantas daninhas, o controle de pragas e a pressão de fitopatógenos. A proximidade com o ecossistema do algodão proporcionada pelo Congresso Brasileiro do Algodão contribui para manter a TMG na vanguarda da cotonicultura, como uma empresa multiplataforma que entrega soluções de alta eficiência produtiva para os produtores brasileiros. Nosso estande foi projetado para ser um espaço de boas conversas e de muita troca de informações entre os diferentes players da cadeia”, afirma Francisco Soares, presidente da TMG.
“Cada novo material desenvolvido pela TMG nasce da combinação entre melhoramento genético, biotecnologia e conhecimento das necessidades do campo. Nosso objetivo é oferecer cultivares que proporcionem maior produtividade, qualidade de fibra e segurança no manejo, contribuindo para que o produtor tenha mais estabilidade e rentabilidade em diferentes ambientes de produção”, finaliza Francisco.
Sobre a TMG
A TMG – Tropical Melhoramento & Genética é uma empresa brasileira especializada em soluções genéticas para algodão, soja e milho. Há mais de duas décadas, investe em pesquisa, biotecnologia e inovação para desenvolver cultivares que promovem produtividade, qualidade e segurança agronômica, atendendo às diferentes realidades da agricultura brasileira.
Sobre o CBA
O Congresso Brasileiro de Algodão (CBA) é o principal fórum técnico e científico da cotonicultura nacional. Realizado a cada dois anos, o evento reúne produtores, pesquisadores, empresas, consultores e lideranças do setor para discutir os principais desafios da produção de algodão no Brasil. A programação inclui plenárias, painéis técnicos, apresentação de trabalhos científicos, área de exposição, workshops e espaços de troca entre os diferentes elos da cadeia produtiva.