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Centro-Oeste

Onde o algodão brasileiro se reinventou

             

O Centro-Oeste foi o local que reuniu a cadeia produtiva do algodão, no final da década de 90, para um renascimento. A mudança ocorreu, principalmente, devido ao clima favorável para a produção da fibra e às condições topográficas e de solo ideais para a cotonicultura, aliados ao empreendedorismo dos pioneiros que ali chegaram.

Os resultados foram quase imediatos e, desde então, a produção vem crescendo quase ininterruptamente. Na safra 2017/2018, o Brasil baterá um recorde, com 2 milhões de toneladas colhidas, assumindo, segundo o ICAC, o 3º lugar no ranking dos maiores exportadores mundiais de algodão.

A Região, composta pelos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, onde está situada a capital do país, Brasília, é a segunda maior do Brasil em superfície territorial (superada apenas pelo Norte). Por outro lado, é a menos populosa, com 15,7 milhões de habitantes, e possui a segunda menor densidade populacional do País. São apenas 9,7 pessoas por cada Km² do Centro-Oeste, que possui, em quase toda a sua extensão, as características fito e biogeográficas do Cerrado.

A economia local está baseada, principalmente, na agricultura das grandes propriedades rurais. Mas, apesar de praticada em larga escala, a agricultura comercial não é predominante. O turismo, principalmente voltado às atrações naturais, como as Chapadas e o Pantanal, a maior planície alagada do mundo, também movimentam as finanças.