Sobre o Congresso

O CBA

Com a realização do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), todos os setores se encontram na busca pelo fortalecimento da cadeia produtiva.
O evento chega a 13ª edição em um ritmo acelerado de crescimento, sustentado pela programação científica qualificada e pelas inovações.
Para manter o interesse de congressistas, pesquisadores e patrocinadores no evento, a Abrapa trabalha, incessantemente, com as Comissões Organizadora, Científica e equipe técnica do CBA, para fazer o maior encontro da cadeia produtiva do algodão no Brasil, garantindo uma experiência valiosa a todos que passam pelo Congresso.
Com uma programação diversificada, o CBA une pesquisa, tecnologia e networking. Durante os três dias do evento é possível ouvir grandes nomes que acompanham as tendências e políticas para o setor, participar de debates sobre novas técnicas para as lavouras e fechar importantes negócios na área de exposição.
A agenda diária do CBA proporciona ao congressista conexões com as mais importantes e atuais demandas do setor algodoeiro.
A BAHIA DE TODOS OS SANTOS ABRE OS BRAÇOS PARA O CBA

SALVADOR, a primeira capital do País, repleta de história e cultura, será o palco da 13º edição do Congresso Brasileiro do Algodão, entre os dias 16 A 18 DE AGOSTO DE 2022, e traz como tema: ALGODÃO BRASILEIRO: DESAFIOS E PERSPECTIVAS NO NOVO CENÁRIO MUNDIAL.O Estado, segundo maior produtor da fibra, recebe pela segunda vez, o principal encontro da cadeia produtiva do algodão, promovido pela Abrapa.

Além da contagiante alegria do povo baiano, da gastronomia cheia de cores e sabores e das encantadoras belezas naturais, a infraestrutura para eventos vem recebendo investimentos arrojados, como o novo Centro de Convenções de Salvador, concluído em 2019.

Projetado para oferecer uma experiência diferenciada aos visitantes, surpreende pela grandiosidade, arquitetura acolhedora e localização a beira mar.

Você sabia que as primeiras fitas do Senhor do Bonfim eram produzidas em algodão e que agora, após 30 anos, voltaram a ser produzidas pela Cooperativa de Artesãos da Bahia? 

Com público recorde, três mil participantes, quase o dobro do previsto inicialmente pela comissão organizadora, o 12º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), surpreendeu pela grandiosidade e inovações.

COMISSÃO ORGANIZADORA
Milton Garbugio
Ex-Presidente da Abrapa
Julio Cézar Busato
Presidente da Abrapa e do 13° Congresso Brasileiro do Algodão
Gustavo Piccoli
Vice-presidente da Abrapa
Alexandre Schenkel
Vice-presidente da Abrapa
Eduardo Logemann
Secretário da Abrapa
Carlos Alberto Moresco
Tesoureiro da Abrapa
Faça parte do 13º Congresso Brasileiro do Algodão

Para saber mais sobre as oportunidades de participação, converse conosco

Júlio cézar Busato
Presidente do 13º CBA
Palavra do Presidente

“A cada nova edição do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), nós, produtores, através da Abrapa, nos preparamos para fazer dele se não o maior, o melhor, desde o primeiro, realizado em 1997. Mas o 13º CBA já nasce histórico, porque acontecerá logo após o mundo superar a maior prova deste século, até então, a pandemia da Covid-19. Parece cedo para afirmar com tanta segurança, mas tenho certeza de que vamos ganhar esta guerra, e, mais do que isso, aprender e nos fortalecer com ela. Nossas armas serão conhecimento e tecnologia, porque iniciamos agora uma nova era global, o que nos leva ao tema escolhido para o nosso evento, Algodão brasileiro: desafios e perspectivas no novo cenário mundial. No Brasil, nenhum outro fórum da cotonicultura será tão assertivo para debater as ameaças e oportunidades neste contexto, a um só tempo e num só lugar.

As metas brasileiras da cotonicultura já eram imensas antes da Covid, e ficaram ainda maiores depois dela. Queremos, até 2030, ser o maior exportador mundial de algodão. Para isso, precisamos colher mais, incrementar as nossas já altíssimas produtividades, e evidenciar os grandes diferenciais do nosso produto: sustentabilidade, qualidade, credibilidade e escala. Estamos mostrando aos nossos clientes, ao redor do globo e aqui no país, que o Brasil deixou de ser um mercado de oportunidade, para se tornar um supridor constante, com capacidade de fornecimento ao longo dos 12 meses do ano.

Queremos ampliar e consolidar mercado na Ásia, o continente destino de 98% das nossas exportações de pluma. Nossos maiores concorrentes, os Estados Unidos e a Austrália, já estão representados lá, através dos seus governos. Agora, o algodão do Brasil também estará. Mas serão os produtores a fazê-lo, através da Abrapa, junto com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), via Apex Brasil. Desta forma, reforçamos os nossos investimentos em promoção. Antes, eles eram marcados, principalmente, pelas missões internacionais Compradores e Vendedores. A primeira traz industriais para conhecer, no Brasil, o nosso jeito produzir, já a segunda é a que leva os cotonicultores para ver de perto os polos globais de industrialização da fibra. Não é por vaidade que queremos produzir mais, ser os maiores e os preferidos do mercado de pluma. É porque isso é bom para a cotonicultura e para o Brasil. O algodão gera uma renda três vezes maior do que a soja, empregando cinco vezes mais pessoas ao longo da cadeia produtiva.

Para tanto, temos – como diria um ilustre filho desta terra que sediará o 13º CBA, a Bahia – “régua e compasso”. Respondemos pelas maiores produtividades mundiais de algodão em sistema de sequeiro; rastreabilidade, da lavoura até a usina de beneficiamento; credibilidade nos resultados de análises de fibra por HVI, e sustentabilidade. O Brasil é o maior fornecedor mundial de pluma licenciada pela Better Cotton Initiative (BCI), com 36%, em 2019, do montante global desta importante entidade internacional de licenciamento de fibra sustentável, que, desde 2013, opera no país em benchmark com o nosso Algodão Brasileiro Responsável. O ABR tem como arcabouço as legislações trabalhista e ambiental do país, consideradas das mais completas e exigentes do mundo. Foi graças aos programas estratégicos da Abrapa, como o Sistema Abrapa de Identificação (SAI), o Standard Brasil HVI (SBRHVI), o já citado ABR, e que nos tornamos o segundo exportador mundial de algodão.

No mercado interno, abrimos um inédito canal de diálogo com o consumidor final, através do movimento Sou de Algodão. Ele vem atuando de forma inovadora, em todos os elos da cadeia têxtil, no despertar de uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável, que passa pela adoção de uma fibra natural com todos os atributos do algodão, e que tem história para contar.

Participar do 13º CBA, neste contexto, é importante para todo o setor. Para o cotonicultor, o congresso pode ser a diferença entre estar em dia com as novas tecnologias que surgem em ritmo acelerado pós Covid-19, ou ficar muito para trás, num curto espaço de tempo. Essas tecnologias dizem respeito também àquela última linha da planilha, a rentabilidade. Usar estrategicamente as ferramentas e as técnicas evidenciadas no evento, seja para colher mais, vender melhor ou gastar menos, certamente faz diferença para todos nós.

Deixo para o final a grande novidade deste ano. Quando as circunstâncias nos obrigaram – planetariamente – a ficar em casa, tivemos que inovar e aprender novas formas de nos relacionar. Se, por um lado, a restrição de contato tornou as nossas interações talvez um pouco mais frias, por outro, a presença virtual derrubou barreiras antigas de espaço e tempo. Nunca tivemos tanto acesso a pessoas e conteúdos quanto agora. Este legado positivo da pandemia nós aproveitaremos no congresso. O evento será presencial, mas teremos palestrantes falando de outros pontos do planeta e congressistas também, graças à transmissão online. Em Salvador ou do outro lado do mundo, a gente se encontra em agosto de 2022, no 13º CBA.”

O 12° CBA em números
0
Inscritos
0
Participantes
0
m² de área construída
0
Países
0
Estados
0
Patrocinadores
0
Palestrantes
0
Salas temáticas
0
Trabalhos Científicos
0
Startups
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