Pela terceira vez consecutiva, a UPL, empresa indiana presente em mais de 130 países, estará presente no Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), evento que reúne toda a cadeia produtiva da fibra e que, na décima segunda edição, será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto, em Goiânia (GO). Este ano, a participação no 12ºCBA tem um apelo ainda maior para a UPL, pois coincide com a conclusão do processo de aquisição da Arysta LifeScience, o que posiciona a companhia de químicos agrícolas entre as cinco maiores do mundo, além da apresentação do seu novo propósito, o OpenAg, uma rede agrícola aberta para alimentar o crescimento sustentável para todos. O Congresso Brasileiro do Algodão é realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio financeiro do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e científico da Embrapa. Este ano, os organizadores esperam a presença de aproximadamente 1,8 mil pessoas na ocasião.

Foco na fibra

O algodão ganhou ainda mais destaque na atual configuração da UPL, que incrementou seu portfólio para a cultura com produtos biológicos, fungicidas, inseticidas e herbicidas, uma nova linha de produtos que abrange desde o estabelecimento até a finalização do cultivo.

No 12º CBA, a UPL lançará o herbicida “Trunfo” que, de acordo com a companhia, é o produto mais concentrado da categoria, à base de glufosinato de amônio, a 280g por litro. Segundo o Gerente de Marketing & Mercado da UPL, Rafael Borba, o produto permite a redução da quantidade de embalagens enviadas ao campo e facilita as operações, catalisando a produtividade e dando mais sustentabilidade às lavouras.

“O congresso é o melhor fórum para anunciar as novas soluções que temos para a cotonicultura. Estamos em um novo momento como empresa, com muita energia e maior poder de entrega para os nossos clientes”, enfatiza Borba.


O alto índice de renovação de patrocínios para o Congresso Brasileiro do Algodão é, na opinião do presidente da Abrapa, Milton Garbugio, uma prova da maturidade e da importância do CBA. “As maiores empresas de soluções agrícolas fazem questão de estar presentes, como é o caso da UPL, que deu um salto muito importante no ranking em sua categoria. Nos esforçamos muito na organização e na escolha dos conteúdos do nosso evento para torná-lo cada vez melhor, e o mercado reconhece esse trabalho”, conclui Garbugio.


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Saiba mais em: www.congressodoalgodao.com.br




Conhecimento, ferramentas e produtos são o que a empresa de nutrição de plantas Yara levou para o 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12ºCBA), que está sendo realizado desde a terça-feira (27/08) até a quinta-feira (29), no Centro de Convenções de Goiânia/GO. O congresso é uma iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), e acontece a cada dois anos. Um público de mais de 2,1 mil congressistas participa do evento, o maior número em todas as edições. A companhia norueguesa retorna ao congresso com um programa totalmente voltado à pluma, batizado de “Mais Fibra”, e aproveita a oportunidade para apresentar as novidades do momento, que consideram a “hora e a vez dos fertilizantes”.

“Na cultura do algodão, o único insumo tangível capaz de elevar o teto produtivo é a adubação. Todos os demais mantém ou evitam perdas. Quem faz o potencial genético se expressar é a nutrição”, diz o responsável pelo Mais Fibra, Leonardo Soares, que destaca o investimento em geração e difusão do conhecimento como um dos pilares da companhia. Por isso, a participação no 12º CBA é estratégica para a Yara.

“O CBA está em linha com o nosso DNA, que é moldado no conceito do conhecimento que faz crescer, (Knowledge Grows). Este é um evento que vai além do estritamente acadêmico, e que também alcança toda a cadeia produtiva do algodão, desde quem gera até quem aplica o conhecimento. Estar presente faz todo sentido para nós. Encaramos o congresso como uma Copa do Mundo, só que ele acontece a cada dois anos, porque o conhecimento se renova muito rapidamente”, afirma Soares.

“A Abrapa fica muito satisfeita quando um patrocinador retorna ao CBA, pois isso significa que ele considera o evento importante, acredita e investe. Agradecemos à Yara por estar conosco, trazendo novidades e testemunhando o grande sucesso que este evento está sendo”, afirma Milton Garbugio, presidente da Abrapa.

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Compartilhar conhecimentos, apresentar soluções tecnológicas para a cotonicultura, estreitar relacionamento com os produtores, além ficar em dia com os temas da programação científica são alguns dos motivos que a Stoller elenca para a renovação de parceria com o 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12º CBA). A empresa é líder mundial em nutrição vegetal, com foco em fisiologia e soluções biológicas, e programou lançamentos para o congresso. O 12º CBA acontecerá entre os dias 27 e 29 de agosto, em Goiânia/GO, e é realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio financeiro do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e científico da Embrapa.

“Somos uma companhia que tem como princípio atender a cada uma das necessidades das lavouras, em todas as etapas do ciclo de vida das plantas. Para reforçar isso, disponibilizamos especialistas para tirar dúvidas dos produtores e encontrar a melhor maneira de solucionar suas demandas, através do compartilhamento de conhecimento”, explica Vinícius Mura, Desenvolvimento de Mercado do Mato Grosso da Stoller do Brasil e líder da empresa para o 12ºCBA. Ele acrescenta que, durante o congresso, estarão presentes técnicos e consultores da companhia para auxiliar os cotonicultores a encontrar as soluções mais adequadas para obter plantas mais eficientes.

Com a missão de transformar o conhecimento em inovação, oferecendo soluções para a construção de uma agricultura mais produtiva, a Stoller é uma empresa multinacional presente em 56 países. Além de oferecer produtos biológicos, o Grupo Stoller é líder mundial na nutrição e fisiologia vegetal, soluções que, integradas, possibilitam ao agricultor aproveitar o máximo potencial genético das plantas, obtendo elevados níveis de produtividade. “O congresso representa a oportunidade de estar próximo ao setor cotonicultor, compartilhando experiências, informações, estratégias, tecnologias e conhecimento, não só teórico, mas, sim, aplicado na prática, visando a aumentar produtividade e rentabilidade para os cotonicultores”, afirma Vinícius Mura.

“O evento é importante para demonstrar o quanto a fisiologia e a nutrição de plantas são essenciais para atingir esses objetivos. Trata-se de um encontro que reúne um público efetivamente preocupado com o futuro do setor, que quer ver o Brasil cada vez mais forte na cultura do algodão, e a Stoller compartilha desse propósito”, conclui.

“Este será um CBA para entrar para a história, com recorde de público e novo formato, agora concentrado em três dias. Evoluímos como congresso porque temos patrocinadores como a Stoller, que confiam e investem para fazer desse momento um marco na cotonicultura brasileira”, afirma o presidente da Abrapa, Milton Garbugio.

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Convidar o cotonicultor a“Experimentar o Futuro” é a estratégia da Syngenta para atrair a atenção dos cerca de 1,8 mil participantes esperados para a décima segunda edição do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA) - promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e apoio científico da Embrapa, a ser realizado entre 27 e 29 de agosto, em Goiânia. Este ano, um dos destaques da companhia será o novo inseticida Ampligo Pro, voltado para controle do complexo de lagartas e ácaros.

De acordo com o gerente de Mercado de Algodão, Marcio Trento, a base do conceito deExperimentar o Futuroé disponibilizar ao cotonicultor “todas as nossas soluções para a cultura do algodão. Vale destacar, entre elas, o Ampligo Pro, e também o serviçoStrider Protector, que oferece um controle mais eficiente de pragas e doenças, agregando gestão sustentável ao uso de defensivos”, afirma Trento. Outra novidade, segundo o gerente, será a extensão doManejo ConscienteSyngentaà cultura do algodão. “Tratam-se de dez princípios fundamentais para realizar o manejo do cultivo de forma adequada e sustentável”, revela.

Compromisso

Para Marcio Trento,o Congresso Brasileiro do Algodão é de extrema relevância para a cadeia produtiva da pluma. “Ele congrega todos os elos e fomenta discussões sobre novas tecnologias e cenários, em prol da melhor qualidade da fibra e, consequentemente, do desenvolvimento da cotonicultura brasileira.Garantir a participação daSyngentano congresso é nosso compromisso em oferecer as melhores soluções e tecnologias para que o produtor possa ter ferramentas necessárias para realizar o manejo de forma adequada e sustentável, garantindo, assim, um algodão de qualidade para o consumidor final”, afirma, ressaltando a importância da Abrapa ao longo dos seus 20 anos para o fortalecimento do setor.“A realização do Congresso Brasileiro do Algodão é uma importante data no calendário das empresas e dos produtores que pretendem produzir de forma mais rentávele sustentável”, conclui.

“O 12º CBA terá um significado muito importante para nossa associação, pois vai celebrar a passagem de duas décadas de trabalho constante, arrojado e inovador para tornar possível não só a retomada da atividade, que, à época da fundação da Abrapa, estava quase extinta no Brasil, como a elevação do país de um grande importador de pluma, ao posto de segundo maior exportador mundial. Sem empresas como a Syngenta, isso não seria possível. Por isso é tão significativo tê-la sempre no nosso congresso”, diz Milton Garbugio, presidente da Abrapa.

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Quarto maior produtor mundial e o segundo do ranking global de exportadores de algodão, o Brasil tem compartilhado sua expertise com países em desenvolvimento, que também têm, na cotonicultura, fonte de renda importante para os seus agricultores familiares. Por isso, a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), confirmou participação no 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12ºCBA), que acontecerá de 27 a 29 de agosto próximos, em Goiânia/GO. Esta é a terceira vez em que a ABC estará presente como patrocinadora do evento, levando delegações estrangeiras, na ocasião. Este ano, serão mais de 120 pessoas, de 22 países, frequentando as palestras e salas temáticas do CBA. O congresso é realizado a cada dois anos pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e da Embrapa.

Serão 15 países participantes da África e seis da América Latina e Haiti, tendo acesso ao conteúdo do congresso, com tradução simultânea, e visitando os estandes. De acordo com o coordenador geral de Cooperação Técnica da ABC para África, Ásia e Oceania, Nelci Caixeta, a experiência tem se revelado muito enriquecedora na transferência de conhecimento e cooperação entre os países. “Essas iniciativas na cotonicultura puderam ser ampliadas com a vitória do Brasil, em 2010, no contencioso do algodão no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), contra os subsídios americanos à pluma deles, como uma contrapartida prevista no acordo-quadro. Desde então, várias ações têm sido executadas. Dentre elas, a participação dos estrangeiros no congresso”, explica Caixeta.

Para o diretor da ABC, o embaixador Ruy Pereira, o Brasil também tem se beneficiado muito dos projetos de cooperação técnica internacional na cotonicultura. “Além de se projetar como líder e fonte de iniciativas de desenvolvimento agrícola, o país expande nossos conhecimentos em tecnologias e boas práticas relacionadas à produção e aproveitamento do algodão e dos seus subprodutos. Os projetos do algodão, ademais, são mostra viva e positiva das vantagens de ter o Brasil como parceiro de cooperação técnica nos países da África e da América Latina, bem como nos foros multilaterais”, afirma. Para ele, o CBA também é uma demonstração da liderança e do protagonismo do setor privado nacional no cenário da produção mundial do algodão e seus derivados.

O presidente da Abrapa, Milton Garbugio, reitera a posição da Agência. “O Brasil é um grande player mundial no setor algodoeiro, e se torna tanto mais forte à medida em que partilha conhecimentos e promove acesso para que outros países, sobretudo os nossos vizinhos em desenvolvimento, também possam galgar mais renda e qualidade de vida para os seus povos”, diz. Segundo ele, não se trata de fortalecer a concorrência, “mas de prover ferramentas para o desenvolvimento econômico desses países, em caráter humanitário”, concluiu.

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Resultado da fusão entre a Dow e a DuPont, a Corteva Agriscience estreia no 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12º CBA), evento que será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto, no Centro de Convenções de Goiânia/GO. Em seu estande, dentre outras novidades, o visitante terá acesso ao portfólio completo da empresa para a cultura do algodão e poderá conhecer um pouco mais sobre WideStrike®3 – tecnologia avançada de proteção contra lagartas, que contém três proteínas: Cry1Ac, Cry1F além de outra, inseticida vegetativa (Vip3A), do Bacillus thuringiensis (Bt). O 12º CBA é considerado o maior encontro da cotonicultura brasileira e acontece a cada dois anos. Ele é uma realização da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e da Embrapa.

Outra solução em tecnologia para a cotonicultura que a Corteva apresentará no congresso deste ano é o tratamento de sementes Dermacor®, que, associado à tecnologia Bt, amplia o espectro de controle de pragas, “protegendo o maior investimento do agricultor: a semente”, explica o líder de marketing da área de proteção de cultivos da Corteva Agriscience, Paulo Costa. De acordo com o executivo, para a cultura do algodão, especificamente, o produto também oferece proteção contra insetos como a broca do colo (Elasmopalpus lignosellus) e a helicoverpa (Helicoverpa armigera).

"O algodão está entre as prioridades da Corteva no mundo e no Brasil, dada a grande importância econômica da cultura e seu exponencial potencial produtivo”, revela Costa. Ele afirma, ainda, que a relevância da cotonicultura fez com que a Corteva lançasse no Brasil, entre 2018 e 2019, três produtos e tecnologias para o cultivo: WidesStrike 3, Closer e Dermacor.

Participar do 12º CBA, para a empresa, é estratégico. “O congresso e a Abrapa têm papel fundamental em promover as relações e sinergias da cadeia produtiva. Seguramente, o sucesso do algodão brasileiro é resultado de grandes discussões que este evento, conduzido pela associação dos produtores, tem promovido nos últimos anos", conclui.

Para o presidente da Abrapa, Milton Garbugio, a Corteva já nasce forte ao unir a expertise de duas grandes referências mundiais em tecnologias para o agro. “Nosso CBA reúne os melhores do mercado, seja em sua grade científica de palestras e salas temáticas, ou na área de expositores. Tenho certeza de que a empresa terá uma excelente experiência no congresso, e os cotonicultores contarão com um leque ainda mais extenso de possibilidades para tomar as melhores decisões na aquisição de produtos para a safra que em breve será plantada”, diz Milton Garbugio.

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Com um público esperado de 1,5 mil participantes, de todos os elos da cadeia produtiva da pluma, o 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12º CBA) põe em pauta os assuntos mais atuais e palpitantes da cotonicultura brasileira e mundial, com convidados renomados. O evento, realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), acontece em Goiânia, entre os dias 27 e 29 de agosto de 2019. No primeiro dia (27), traz entre os palestrantes o economista Ricardo Amorim, que vai abordar a guerra comercial entre Estados Unidos e China, e suas as repercussões no agronegócio brasileiro, principalmente agora que o Brasil se torna o segundo maior exportador mundial dacommodity, com quase dois milhões de toneladas a serem embarcadas na safra 2018/2019.

Essa mesma conjuntura embala a plenáriaUm Raio-X da safra 2018/2019: ônus e bônus de uma safra recorde. O debate será mediado pelo analista Marcos Rubin, sócio-diretor da Agroconsult, que, entre diversos títulos, tem na bagagem a coordenação de 12Rallies da Safra. Participarão da discussão o presidente da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), Milton Garbugio, os presidentes das associações estaduais dos produtores de algodão da Bahia (Abapa), Julio Busato, de Mato Grosso (Ampa),Alexandre Schenkel, e de Goiás (Agopa),Carlos Moresco, além do presidente da Associação Nacional dos Produtores de Algodão (Anea),Henrique Snitcovski.O 12º CBA traz, ainda, salas temáticas,workshops,apresentação de trabalhos científicos epitchesdestartupsdiversos em cada um dos três dias da programação, que prossegue até o dia 29.

Guerra comercial

Eleito pela Revista Forbes como um dos 100 brasileiros mais influentes e, nessa mesma categoria, o economista mais prestigiado do Brasil, o consultor Ricardo Amorim é nome de destaque na agenda do primeiro dia do 12oCongresso Brasileiro de Algodão. À frente da plenária das 11h45 do dia 27 de agosto, o apresentador do programaManhattan Connectionda Globo News e CEO da Ricam Consultoria vai brindar o público do evento com uma análise sobre o agronegócio brasileiro no contexto da guerra comercial e da recuperação da economia.

O acirramento das tensões envolvendo Estados Unidos e China tem gerado expectativas para o setor. Em 2018, a guerra comercial entre os dois países impulsionou as exportações para o gigante asiático, resultando em valores recordes para os prêmios pagos pela soja brasileira. O algodão também aproveita o vácuo deixado pelos Estados Unidos, mas, no mercado, acredita-se que estas oportunidades sejam apenas temporárias. O que esperar de 2019? O mesmo cenário vai se repetir? Perguntas como estas devem ser respondidas pelo economista, que tem mais de 20 anos de atuação no mercado financeiro mundial e é o único palestrante brasileiro entre os melhores do mundo na lista do site britânico Speaker's Corner.

Ônus e bônus

Os resultados recordes da safra brasileira de algodão 2018/2019 colocaram o país em um novo patamar no mercado internacional, com crescimento de área, de produção e dos volumes vendidos para o exterior, tornando o Brasil o segundo maior exportador mundial. De julho de 2018 a junho de 2019, o Brasil deve fechar o ciclo de exportações de algodão da safra 2017/2018 em 1,27 milhões toneladas, ficando, portanto, atrás apenas dos Estados Unidos. Para a safra em curso, 2018/2019, a estimativa é de que os embarques se aproximem dos dois milhões de toneladas de pluma. Neste ciclo, a cotonicultura nacional deve produzir cerca de 2,83 milhões de toneladas, colhidas em 1,63 milhão de hectares.

Os bons números que animam a cadeia produtiva do algodão também geram novos desafios. Um deles é a continuidade do crescimento com a garantia da manutenção e aperfeiçoamento da produtividade. Questões como essa estarão em destaque na plenária que inaugura a programação do 12º CBA e tem início às 10h, com uma hora de duração.

De acordo com Henrique Snitcovski, presidente da Anea, o aumento da oferta de pluma no Brasil levanta a régua da sua responsabilidade. “Antes, tudo o que produzíamos tinha garantia de mercado. Hoje, além de grandes produtores, temos de ser vendedores excepcionais. Entramos na disputa, de fato. E para assegurar a entrega do nosso produto, toda a cadeia tem de se preparar e trabalhar num só ritmo. Uma vez que o país viráplayer, não pode mais retroceder”, alerta o palestrante.

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Foto (Plenária do 11º CBA/2017): Carlos Rudiney Mattoso




Tão certo quanto haver colheita de algodão no segundo semestre no Brasil, é a participação da empresa FMC no Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que realiza, entre os dias 27 e 29 de agosto, sua décima segunda edição, desta vez, em Goiânia/ GO. A companhia, que marca presença desde a primeira edição do evento, embarca com toda a equipe técnica para o 12ºCBA, para garantir o suporte aos cotonicultores acerca do seu portfólio de produtos e serviços, ouvir as demandas e considerações dos clientes, e conferir as tendências do setor. O Congresso é uma realização da Associação Brasileira dos Produtores de algodão (Abrapa), e conta com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e da Embrapa.

O clima de safra e exportações recordes, que consolidaram o Brasil como grande player da pluma, assumindo segundo lugar no ranking dos maiores exportadores, dá o tom da participação da FMC no evento. “Construímos todos juntos a história do algodão brasileiro e queremos reconhecer as pessoas e empresas que ajudaram a transformar o país nesse ‘gigante do algodão’ que hoje ele é”, explica o gerente de Produto da FMC, Adelino Thomazini.

As histórias da FMC e da cotonicultura brasileira, segundo o presidente da Abrapa, Milton Garbugio, se entrelaçam em vários pontos, sendo um dos mais importantes, a criação da própria associação. “O Clube da Fibra foi o cenário para a decisão dos produtores de se unir numa entidade de representação. Foi assim que nasceu a Abrapa, 20 anos atrás. Por isso dizemos que ela foi a nossa ‘madrinha’”, relembra Garbugio. O Clube da Fibra é um dos mais importantes eventos anuais da cotonicultura brasileira, e é promovido pela FMC. Na última edição, realizada entre os dias 15 e 17 de abril, a passagem das duas décadas de fundação da Abrapa foi o tema do evento, que incluiu documentários e homenagens, e ainda um jantar especial para marcar o aniversário de 20 anos da entidade.

Thomazini reforça que o 12º CBA também será uma boa oportunidade para a FMC expor sua capacidade de pesquisa e desenvolvimento de produtos inovadores que ajudam a agricultura brasileira evoluir. “Aumentamos a nossa capacidade de gerar inovação e prover novas soluções para todas as culturas agrícolas”, conclui.

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Uma das referências brasileiras em sementes de qualidade para as lavouras de soja e algodão, a empresa Girassol Agrícola, pela primeira vez, entra para o rol dos patrocinadores do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA). A companhia vai aproveitar a oportunidade do maior evento da cotonicultura para apresentar seu portfólio de produtos e serviços, mirando as decisões do agricultor para a safra 2019/2020. O 12º CBA será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto, no Centro de Convenções de Goiânia, com expectativa de público de 1,5 mil pessoas. O congresso é uma realização da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e apoio científico da Embrapa.

De acordo com a CEO da companhia, Neusa Lopes, estar perto do cliente e da cadeia produtiva como um todo foi o que levou a Girassol Agrícola a optar por ter um estande no 12º CBA. “Sempre participamos do CBA com o nosso time, mas este ano elegemos o congresso como ponto alto das nossas ações de marketing. Trata-se de um evento de grande magnitude, que congrega todos os elos da cadeia do algodão”, argumenta.

O fundador da empresa e presidente do conselho administrativo da Girassol Agrícola, Gilberto Goellner ressaltou o crescimento de área plantada com algodão no Brasil e o aumento da demanda por materiais de qualidade. “As tecnologias genéticas estão ao alcance de todos, mas o que faz diferença, no caso da semente, é o trabalho do sementeiro”, explica. A Girassol Agrícola está em constante trabalho para levar lançamentos e genética de ponta para os seus clientes com o padrão de qualidade superior no mercado. A empresa faz parte do quadro de acionistas da Tropical Melhoramento Genética, atuando

conjuntamente na seleção das melhores genéticas para levar o que há de melhor no mercado para os cotonicultores.

A empresa foi fundada por Gilberto Goellner em 1982, na região da Serra da Petrovina, no estado de Mato Grosso. Atualmente, tem três unidades de produção no Mato Grosso, nos municípios de Pedra Preta, Jaciara e Torixoreu, além de produzir sementes nos estados de Goiás, Minas Gerais e Bahia. “O trabalho com produção de sementes nos quatro estados permite à Girassol Agrícola estender seu portfólio de atendimento para todas as regiões produtoras de algodão no Brasil, mantendo o seu padrão de qualidade superior que é entregue ao cliente”, afirma Goellner.

Para o presidente da Abrapa, Milton Garbugio, a presença da Girassol no evento é muito significativa para o congresso. “A semente é o insumo primordial da agricultura. Um erro na escolha pode representar uma safra perdida. O congresso tem como uma de suas finalidades apresentar aos produtores o que há melhor no mercado, com o suporte dos técnicos, de modo que eles tenham subsídios para fazer a melhor escolha. Agradecemos à Girassol por confiar no nosso evento”, conclui Garbugio.

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Uma variedade comercial inédita, com resistência a nematoide de galha e tolerância a um largo espectro de tipos de ramulária, é a grande novidade da Cooperativa Mista de Desenvolvimento do Agronegócio (Comdeagro) para o 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12º CBA), que será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto, no Centro de Convenções de Goiânia (GO). A IMA 5801B2RF lidera um portfólio de lançamentos, que traz ainda outras tecnologias voltadas para qualidade e rendimento de pluma desenvolvidas pelo Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) e estará à disposição do cotonicultor já na safra 2019/2020. O 12º CBA é promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a cada dois anos. Nesta edição, o tema do evento será A cotonicultura como vitrine para a agricultura do amanhã.

A Comdeagro é o braço comercial do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) e da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Ampa). Ele foi criado para prover o acesso do produtor não apenas aos produtos desenvolvidos pelo instituto e parceiros, como também a máquinas, através da importação de países como a China, com preços competitivos. As duas entidades, que atuam juntas no dia a dia, também estarão no mesmo espaço no evento. O IMAmt dará destaque para as publicações cientificas e artigos gerados por seu quadro de cientistas. Os pesquisadores estarão no local, tirando dúvidas, participando dos workshops e falando sobre o trabalho de controle do bicudo, manejo de nematoides e prospecção de microoganimos para uso agrícola. Na ocasião também será apresentada a Plataforma Bicudo, que pesquisa variedade resistente ao inseto.

De acordo com o diretor executivo da Comdeagro, Alvaro Salles, a decisão de lançar a IMA 5801B2RF no congresso é estratégica, já que no evento os cotonicultores começam a tomar decisões para a safra seguinte. “No CBA, o produtor terá uma equipe de técnicos para tirar dúvidas, workshops e palestras que dão um panorama do que já existe à disposição do produtor e do que está em desenvolvimento”, explica. A IMA 5801B2RF é resultado de dez anos de pesquisa e desenvolvimento, e, até o momento,

representou investimento da ordem de R$5 milhões, com recursos dos produtores, através do Fundo de Apoio à Cultura do Algodão (Facual), Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) e Fethab Rural.

Menos aplicações

De acordo com Salles, a ramulária é a doença que mais demanda fungicidas na cultura do algodoeiro. A nova variedade pode ajudar a reduzir de 70% a 80% do número de aplicações por safra para a mancha de ramulária e em mais de 80% no caso de aplicações com nematicidas. “Sem essa variedade, no Mato Grosso, fazem-se até mais de seis aplicações para a ramulária, por safra, em algumas regiões. Este lançamento pode representar economia de R$200 a R$400 por hectare, no bolso do produtor”, comemora o diretor executivo.

A ramulária interfere na qualidade do algodão e na produtividade da lavoura, porque faz com que as folhas da planta caiam precocemente, atrapalhando a formação da pluma. Quando associada a nematoides, os efeitos são devastadores. “Se não forem bem manejados, podem representar perdas de mais de 50%”, alerta. Alvaro Salles enfatiza que o público do 12º Congresso Brasileiro do Algodão também vai conhecer as novidades já acessíveis ao cotonicultor em bionseticidas e biofungicidas.

O presidente da Abrapa e do 12º CBA, Milton Garbugio, destaca o papel da Comdeagro na moderna cotonicultura brasileira. “O Congresso Brasileiro do Algodão é o grande momento de difusão de tecnologia do setor, e a Comdeagro não tem como estar de fora, sendo o portal de acesso do produtor aos materiais produzidos pelo IMAmt. Embora esteja situado no Mato Grosso, o trabalho desenvolvido pelo instituto e disponibilizado pela Comdeagro é de grande valia para o produtor brasileiro”, conclui.

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