A Tama Brasil, fabricante do RMW, filme plástico que protege os fardos nas lavouras de algodão, confirmou presença no 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12º CBA). Ao contrário de 2017, edição de número 11 do evento, desta vez a empresa vai figurar em um estande próprio, no qual pretende estreitar os laços com os cotonicultores e apresentar as novidades. A companhia é fornecedora mundial exclusiva da fabricante de máquinas John Deere, e detém a patente do RMW, filme plástico utilizado na colhedora de algodão nos modelos JD7760 e CP690, que mudaram drasticamente a forma e a logística da colheita de algodão. Estima-se que, atualmente, em torno de 75% da safra brasileira envolvam a tecnologia no processo. O 12º CBA é realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e será realizado em Goiânia, entre os dias 27 e 29 de agosto. Este ano, o tema será A cotonicultura como vitrine para a agricultura do amanhã.

O 12º CBA será o cenário para a companhia apresentar à cadeia produtiva da pluma uma novidade, sua plataforma digital de comunicação com o cliente. De acordo com o gerente de Vendas e Marketing da Tama Brasil, Bruno Caetano Franco, trata-se de um app que funciona on e off-line, desenvolvido para garantir mais agilidade, seja na solução de problemas técnicos ou demanda por serviços. “Esperamos também aumentar nossa percepção entre os clientes e estreitar vínculos, mesmo sendo o único fornecedor do produto. Nenhum lugar melhor para isso que o Congresso do Algodão”, explica o gerente.

A empresa israelense, com fábrica no município de Feira de Santana, na Bahia, desenvolveu, em 2018, uma campanha especial para divulgar o movimento Sou de Algodão. “Fizemos uma série especial do RMW com tiragem suficiente para enfardar, aproximadamente, 1950 fardos. Adquiridos por produtores da Bahia e do Mato Grosso, os fardos ficavam à beira das rodovias e chamavam atenção de quem passava pela estrada”, Bruno Caetano Franco. Os fardos envelopados com os famosos filmes amarelos medem em média 2,38 metros e pesam cerca de 2,3 toneladas.

Para o presidente da Abrapa e do 12º CBA, Milton Garbugio, a presença da Tama já era importante, mas a decisão de aumentar sua participação no congresso sinaliza muito positivamente sobre a relevância do evento para o setor. “Esperamos que esta parceria entre a empresa e a Abrapa seja duradoura e frutifique”, afirma Garbugio.

Sobre o Sou de Algodão

Lançado em 2016, na São Paulo Fashion Week, o movimento Sou de Algodão visa o incremento do consumo da fibra no mercado interno, através do reforço das vantagens da matéria-prima natural para a saúde, o conforto, o meio ambiente e o estilo, tendo a moda como interface com o público final.




Para celebrar os 20 anos da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), completados em abril, a organização do 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12º CBA) convidou o cantor sertanejo, Leonardo, para encerrar a programação do evento, que será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto, no Centro de Convenções de Goiânia/GO. Leonardo fará um show exclusivo para os cerca de 1,5 mil participantes do Congresso, com um repertório de modões e sucessos de sua autoria e do cancioneiro popular. As duas décadas da Abrapa serão lembradas em diversos momentos ao longo da programação do CBA e no estande da entidade.

A atração musical é uma novidade na grade do CBA, evento que é considerado o maior e mais importante encontro da cadeia produtiva da pluma. “O congresso é uma atração por si só, pelo que gera de conhecimento. Mas este ano resolvemos inovar: celebrar junto com as pessoas que vivem o dia da cotonicultura no Brasil e com aqueles que ajudaram a construir a sua história, que se confunde com a da entidade”, explica o presidente da Abrapa e do 12º CBA, Milton Garbugio.

Ainda segundo Garbugio, a escolha de Leonardo como o convidado de honra para marcar a passagem da data se deu pela identificação direta do cantor com o público do evento, e também com o estado que sediará o congresso nesta edição. “Goiás é o coração das lavouras da pluma no país, estado natal

de Leonardo e berço da vertente mais atual sertanejo”, diz Garbugio, lembrando o pioneirismo de nomes como Leonardo e seu antigo parceiro artístico Leandro, e outras duplas famosas no gênero musical que conquistou o Brasil. “A grade científica concentrada em três dias – de terça a quinta-feira – também favoreceu a realização do show. Da para voltar para casa na sexta ou aproveitar o fim de semana em Goiânia, sem pressa”, conclui Garbugio.

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Parceira do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA) desde a primeira edição, a Bayer está guardando para o evento suas novidades para a cotonicultura. Este ano, a empresa que, em 2018, adquiriu a Monsanto, leva para a décima segunda edição do congresso um portfolio integrado de soluções e variedades para a lavoura, que contempla desde o tratamento de sementes até agricultura digital, passando por genética, biotecnologia, serviços e produtos para proteção de cultivos. O 12º CBA é uma realização da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e tem como tema A cotonicultura como vitrine para a agricultura do amanhã.

A escolha do 12ºCBA como o cenário dos lançamentos, de acordo com o líder de negócios de algodão da Bayer no Brasil, Márcio Boralli, se deve ao fato de que o evento é hoje o principal acontecimento do setor algodoeiro. “É a vitrine do algodão brasileiro. Um encontro de alta credibilidade e qualidade e que, por isso mesmo, mobiliza toda a cadeia produtiva do algodão. Esse público comparece para ver o que há de novo no mercado, tirar dúvidas, e, principalmente, discutir os grandes temas do setor”, diz.

Boralli não adianta quais serão as novas tecnologias apresentadas na ocasião. Mas revela que haverá novidades em biotecnologia e produtos para proteção de cultivos. “São variedades e tecnologias pensadas para ajudar o produtor a ter mais produtividade e lucratividade. OCBAé a nossa grande vitrine do algodão e queremos mostrar que a Bayer investe cada vez mais na cultura. Acredito que, para o futuro, somos a empresa que tem o melhor pipeline de soluções para a cotonicultura”, afirma.

Digital

O futuro a que se refere o executivo passa, necessariamente, pela agricultura digital. o destaque da Bayer nesse ramo é o Climate FieldView, plataforma que coleta e processa dados automaticamente no campo e ajuda produtores e técnicos a avaliar a performance de cada talhão, desde o plantio até a colheita. O produto não é mais novidade no CBA, já que havia sido apresentado na edição de 2017. “Nesses dois anos, a tecnologia amadureceu e ganhou muita adesão”, revela Boralli. A facilidade de ter acesso remoto e online à lavoura, na opinião do executivo, é uma grande aliada, mas não anula o papel do agricultor e dos técnicos na produção. “Eles não estarão longe do processo, fazendo tudo de casa. Mas receberão a qualquer hora milhares de dados na palma da mão, que, processados, ajudam na tomada de decisões”, explica.

A revolução digital e biotecnológica na cotonicultura dá a Boralli a certeza de que ainda há muito para ser alcançado, por exemplo, na melhoria da produtividade. Tomando por parâmetro a média brasileira de 1770 quilos de pluma por hectare, o executivo lembra que há produtores que, em alguns talhões, chegam a colher até três mil quilos de pluma por hectare, cerca de 500 arrobas/ha de algodão em capulho. “Isso é uma prova de que, mesmo tendo uma das maiores médias de produtividade do mundo, ainda há espaço para melhorar”, considera.

Para o presidente da Abrapa e do 12º Congresso Brasileiro do Algodão, Milton Garbugio, a decisão de empresas como a Bayer de não apenas patrocinar, como apresentar no evento tecnologias inéditas, mostra a importância do CBA no calendário da cotonicultura nacional. “O congresso influencia em decisões de mercado dessas companhias, que se programam para, a cada dois anos, mostrar produtos, tendências e também para ouvir a demanda dos cotonicultores, que serão a base do desenvolvimento das novas tecnologias”, conclui Garbugio.

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Banco responsável pelo financiamento de mais de 60% da safra brasileira de pluma, o Rabobank é um dos patrocinadores do 12ºCongresso Brasileiro do Algodão (12º CBA), evento que deve reunir em torno de 1,5 mil pessoas em Goiânia, entre os dias 27 e 29 de agosto. O banco celebra mais um ano de crescimento de área da commodity, que, neste ciclo, superou 1,5 milhão de hectares plantados, com expectativa de colheita de 2,5 milhões de toneladas. O congresso é realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), e este ano traz o tema A cotonicultura como vitrine da agricultura do amanhã.

De acordo com a diretora do Rural Banking do Rabobank Brasil, Fabiana Alves, o cenário de retomada de área e de recorde de produção favorece o posicionamento do país no mercado internacional. Para o banco, o Brasil deve se consolidar como segundo maior exportador global, com vantagens competitivas frente aos seus concorrentes, em especial, a capacidade de expansão de produção em sistemas como o cultivo em segunda safra.

“Para atingir esse potencial, o setor necessitará de investimentos no campo, com maquinários específicos para a cultura, passando pelo incremento da capacidade de beneficiamento e também pelo desenvolvimento de alternativas logísticas para as exportações tradicionais, atualmente concentradas nos portos do Centro-Sul”, explica. Por conta disso, a participação do Rabobank no congresso, o mais importante evento da cotonicultura nacional, na opinião da executiva, é muito importante.

O setor algodoeiro, sob a liderança da Abrapa, tem, segundo Fabiana Alves, o papel fundamental de promover os debates primordiais acerca dos interesses, oportunidades e desafios da cotonicultura brasileira. “Um setor organizado, com pautas e estratégias claras, com atuação coordenada, é fruto desta representação. A disseminação do conhecimento, a integração dos produtores e das associações estaduais, e a unidade institucional são imprescindíveis, não só para solidificar a posição do país como um dos mais relevantes na produção mundial de algodão sustentável e de qualidade, como também para abrir mercados e atuar em prol da melhoria da rentabilidade do setor”, conclui.

Para o presidente da Abrapa, Milton Garbugio, a participação recorrente do Rabobank no CBA é uma prova da confiança da instituição de crédito no setor algodoeiro. “As instituições bancárias privadas são fundamentais para viabilizar a cotonicultura brasileira, porque os programas governamentais, que compõem o Planos Safra, nem sempre são suficientes ou acessíveis no tempo que a cotonicultura demanda. Estar no CBA facilita o relacionamento entre produtores e banco”, diz Garbugio.

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Abrem nesta quarta-feira, 03 de abril, as inscrições para o 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12º CBA), no site www.congressodoalgodão.com.br, com valores que variam de acordo com o mês, e a categoria do interessado. A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), entidade que promove o evento, acredita que em torno de 1,5 mil pessoas, representantes dos diversos elos da cadeia produtiva da pluma, devem participar do encontro esse ano, que será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto, no Centro de Convenções de Goiânia. A expectativa de aquecimento na procura vem tanto do bom momento pelo qual passa a cotonicultura brasileira na safra 2018/2019, quanto pela localização da cidade-sede do congresso, situada no coração do da região do cerrado, polo de concentração da atividade.

Os valores de inscrição são progressivos ao longo dos meses, e também variam de acordo com as categorias a que pertence o congressista, que pode ser associado, não-associado, expositor, estudante, acompanhante ou autor de trabalhos científicos a serem apresentados no CBA. Segundo a Abrapa, quem se inscrever em abril, comparativamente àqueles que o fizerem no local, no início do evento, pagará cerca de 40% menos. Ao fazer a inscrição, o interessado pode acompanhar os trâmites do processo pelo site. Ao final do evento, ele recebe um certificado de participação.

Para o presidente da Abrapa e do 12º CBA, Milton Garbugio, em uma safra em que o país deve colher em torno de 2,8 toneladas, e alcançar o segundo lugar do ranking mundial de exportações, a participação no congresso é muito importante para os agentes do setor. “É lá que vão ser debatidos os grandes temas que hoje nos afetam diretamente, como escoamento, qualidade, rastreabilidade, sustentabilidade, ciência, tecnologia, marketing e muitos outros, explica Garbugio. Segundo ele, a partir de agora, o Brasil, que já era um grande player, passa a ser também formador de preços no mercado mundial. “

Chegamos bem longe e precisamos não apenas nos manter na vanguarda, como ganhar ainda mais espaço, porque oportunidades para isso existem”, conclui.

Este ano, o CBA vem com inovações na grade e no formato, a começar pela quantidade de dias, que passam a ser três completos. A mudança não prejudicou o conteúdo, e foi pensada para facilitar a logística do público. O congressista chega na manhã de terça-feira, para a abertura oficial do evento, participa das plenárias e, à tarde, das salas temáticas. No fim do dia, na área de exposições, na arena de inovação, confere os pitchings das startups. O mesmo formato se repete na quarta. Já na quinta-feira, a tarde é dedicada aos workshops e o 12º CBA encerra nesse dia com uma atração musical especial, em comemoração aos 20 anos da Abrapa.

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Empresa genuinamente brasileira, nascida no estado de Mato Grosso, a Tropical Melhoramento & Genética (TMG) renova a parceria com o Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que chega, em 2019, à décima segunda edição. O evento é promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto, em Goiânia (GO), com o tema “A cotonicultura como vitrine para a agricultura do amanhã”.

Ao contrário da sua participação no 11º CBA, desta vez a companhia não chega com um lançamento, mas com o ânimo intensificado de quem prevê um crescimento de market share, que a deixará com 38% do mercado. No pipeline, novas tecnologias em fase de registro, principalmente, com características de resistência a lagartas. “A TMG atua nacionalmente, mas tem foco regionalizado”, explica o diretor-presidente, Francisco José Soares Neto. Trata-se de uma obtentora de germoplasma que tem, como sócios, produtores rurais. A cada ano, eles investem mais de R$100 milhões em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias.

O executivo acredita que o atual contexto favorável ao algodão brasileiro também repercutirá positivamente no 12º CBA. “É um ano de crescimento de área e de expectativa de produção, o que por si só é animador. O congresso reúne todos os elos da cadeia produtiva da pluma, e concentra os melhores agricultores das grandes culturas, que plantam algodão. É um público muito diferenciado e fazemos questão de estar presentes”, afirma.

Segundo Soares Neto, a participação da TMG no evento é sempre pensada sob uma perspectiva estratégica para a companhia, que aproveita a ocasião para difundir e assimilar informações e também para fazer relacionamento. O diretor-presidente ressaltou ainda o papel da Abrapa como associação que ajuda a equalizar a fibra brasileira no mercado internacional. “É uma representante de peso, que todo o mundo respeita”, disse.

Para o presidente da Abrapa, Milton Garbugio, a renovação da TMG por mais uma edição no CBA é motivo para celebrar. “Trata-se de uma empresa forte, que tem o mérito de ser um patrimônio dos agricultores, e que, como tal, também funciona como um balizador de mercado, num setor em que há grande concentração de companhias estrangeiras”, enaltece.

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De 27 a 29 de agosto, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) promove o 12º Congresso Brasileiro do Algodão, evento que deve reunir em torno de 1,5 mil participantes de todos os elos da cadeia produtiva, em Goiânia (GO). Grandes empresas do setor patrocinam o evento, como a BASF, que, desde a primeira edição, marca presença no CBA. Este ano, a companhia quer aproveitar a convergência de públicos nos três dias de Congresso para consolidar a nova divisão de sementes e tecnologias, estrelada pela tradicional marca FiberMax®, que passou a integrar seu portfólio de produtos e serviços.

A grande novidade em sementes é a tecnologia GLTP (GlyTol TwinLink Plus), que chega ao mercado como uma ferramenta de manejo diferenciada por proporcionar um controle mais eficiente das lagartas, além de oferecer a flexibilidade, já conhecida pelos produtores, em poder usar os herbicidas Liberty® e glifosato. Esta inovação é a terceira geração de Bt, ou seja, possui três proteínas que potencializam o controle das lagartas, oferecendo maior proteção e com isso assegurando o potencial produtivo das plantas. A tecnologia GLTP está presente na nova variedade FM 985GLTP, que possui um alto potencial produtivo e qualidade de fibra.

De acordo com o gerente sênior de algodão da BASF, e responsável pela área de sementes e tecnologias da empresa no Brasil, Warley Palota, o ambiente do Congresso potencializa a meta. “Os produtores e técnicos estão lá, circulando, interagindo, buscando mais informações. Nosso estande e ações foram pensados para tornar esse contato mais eficaz e interessante”, explica Palota.

Desde a primeira edição, a BASF patrocina o CBA, junto com outras empresas nacionais e internacionais e de diversos portes. “Acreditamos e investimos muito no Congresso do Algodão, que é consagrado no calendário do setor. Este ano, vamos mostrar ao cotonicultor que temos uma solução mais completa, integrando proteção de cultivos, sementes, tecnologias e serviços. Uma plataforma que atende às demandas do produtor de pluma, ajudando a tornar o seu negócio mais competitivo e sustentável. Trabalhamos para o legado do cotonicultor”, conclui Warley Palota.

Para o presidente da Abrapa e do 12º CBA, Milton Garbugio, a presença sempre renovada da BASF é um bom indicativo. “É sinal de que nosso Congresso está sempre evoluindo, e ao mesmo tempo à frente do seu tempo. As empresas entendem isso. Desse encontro saem muitas tendências que vão se concretizar ou não no setor. É o momento em que os expositores podem ouvir um número maior de clientes, entender as demandas e, ao final, trabalhar para suprir essa necessidade”, conclui Garbugio.

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O economista Ricardo Amorim e o historiador Leandro Karnal são dois dos nomes de peso confirmados na programação do 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12º CBA). O evento é o maior da cotonicultura brasileira e deve reunir em torno de 1,5 mil pessoas, em Goiânia (GO), entre os dias 27 e 29 de agosto. Este ano, o CBA vem com inovações na grade e no formato, a começar pela quantidade de dias, que passam a ser três completos, ao invés de quatro, como nos anteriores. A mudança não prejudicou o conteúdo, e foi pensada para facilitar a logística do público. Outra novidade é um espaço voltado para as startups, com rodadas diárias de pitching. As inscrições para o evento começam no próximo dia 3 de abril, em www.congressodoalgodao.com.br. O 12º CBA é uma realização da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).

De acordo com o presidente da Abrapa e do 12º CBA, Milton Garbugio, a expectativa para o evento está grande, tanto da parte da organização, quanto dos expositores e participantes. “O fato de acontecer em Goiânia, bem no coração do cerrado, bioma que concentra a produção da pluma, faz a gente acreditar que teremos recordes de público. Por isso, compactamos a grade em três dias cheios, sem diminuir o conteúdo. Foi um rearranjo para otimizar a agenda dos participantes”, explica Garbugio. Amorim e Karnal, duas das atrações, ilustram o caráter multidisciplinar e atual do Congresso, que vai além dos temas exclusivamente técnicos e de mercado. “O Congresso é como uma antena, que capta e difunde as tendências. Ele é feito por cotonicultores para cotonicultores, mas dentro de uma perspectiva macro, que passa pela economia, o marketing, a criatividade e a tecnologia, porque o mundo do algodão também é tudo isso”, diz o presidente.

Teoria e prática também estarão presentes na programação do congresso, através de oficinas temáticas, os workshops. A comissão científica selecionou temas atuais e relevantes, que serão abordados sob uma perspectiva casada com a realidade. “Nos workshops, o participante poderá experimentar a aplicabilidade do assunto tratado, de uma forma atrativa, interessante”, revela o coordenador científico do CBA, Jean Bèlot.

Startups

As inovações no 12º CBA também passam pelo empreendedorismo. O congresso está destinando, pela primeira vez, um espaço para a exposição de startups de tecnologias voltadas ao agro, em especial, à cotonicultura. Numa “praça” que comporta até 16 startups, vão acontecer rodadas de pitching, apresentações-relâmpago em que os representantes dessas empresas têm poucos minutos para dizer do que se tratam os seus negócios, a relevância deles, e, assim, tentar alavancar investidores no evento. “A cotonicultura já é reconhecida como uma das cadeias produtivas mais tecnificadas do agro e não poderia ficar de fora dessa tendência, que conecta academia, mercado e empreendedores”, diz o coordenador científico do 12º CBA, Jean Bélot.

Edição de aniversário

Em 2019, o CBA coincide com os 20 anos de existência da Abrapa, e, para celebrar a passagem da data, o presidente Milton Garbugio diz que muitas surpresas irão acontecer. “Será uma edição especial, que, para todos os produtores, pesquisadores e técnicos presentes, terá um sentido importante. Vamos fazer um evento para ficar na memória da cotonicultura nacional”, diz. Garbugio enfatiza que os espaços para expositores foram quase todos vendidos já no lançamento do evento, um ano antes, no final de agosto de 2018. “É a prova do sucesso e do amadurecimento do nosso congresso, ponto de encontro bianual de todos os elos da cadeia produtiva”.

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Em linha com o tema “A cotonicultura como vitrine da agricultura para o amanhã”, o 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12ºCBA), que será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto de 2019, em Goiânia/GO, incrementou os prêmios para estudantes, pesquisadores e professores-orientadores que submeterem seus trabalhos científicos sobre o algodão. Além disso, está dando ainda mais destaque para a pesquisa acadêmica na configuração espacial do congresso. Bolsas de estudo no valor de R$10 mil e participação em eventos nacionais e internacionais da cotonicultura fazem parte da estratégia da comissão científica do 12º CBA,para estimular a pesquisa científica nacional sobre acommodity. Nesta edição, além dos tradicionais pôsteres, os trabalhos tambémdeverãoser apresentados em formato digital.

As inscrições para a premiação terão início no dia 03 de abril e encerram em 1º de julho. O 12º CBA é uma realização da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA). Ao todo, serão selecionados 12 trabalhos científicos, em oito áreas de interesse: Produção vegetal; Agricultura digital; Colheita, beneficiamento e qualidade da fibra e do caroço; Controle de pragas; Fitopatologia/Nematologia; Matologia/Destruição de soqueiras; Melhoramento vegetal/Biotecnologia, além de Socioeconomia.

A premiação geral contempla estudantes, pesquisadores e profissionais. O primeiro lugar nesta categoria vai ganhar uma participação naWorld Cotton Research Conference, a ser realizada na Turquia, em 2020. O ganhador terá passagem, hospedagem e inscrição no evento pagas. Já o segundo lugar terá participação em evento nacional da cotonicultura, com as mesmas condições de logística financiadas. Professores-orientadores premiados, em 1º e 2º lugar, receberão uma bolsa de R$10 mil para orientar alunosem pesquisassobre algodão na safra 2019/2020. Por fim, na categoria Estudantes, o graduando contemplado com o 1º lugar receberá uma bolsa de estudos também no valor de R$10 mil, e o pós-graduando premiado no 1º lugar terá assegurada a participação naCotton Beltwide Conference 2020, que acontece nos Estados Unidos, também com passagem, hospedagem e inscrição pagas.

De acordo com o coordenador da comissão científica do 12ºCBA, o engenheiro agrônomo e pesquisador do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), Jean-Louis Bélot, a estratégia de dar mais ênfase aos trabalhos científicos e torná-los mais atrativos no 12º CBA veio da constatação do comitê científico de que, a cada ano, as universidades se envolvem menos com a pesquisa no algodão. “O que ouvimos na comunidade científica é que, por ser uma cultura de implantação mais cara e complexa, o algodão acaba preterido em relação a outros cultivos”, argumenta. Bélot também cogita, entre outras explicações, a distância entre as áreas de cotonicultura e os centros de maior tradição em pesquisa como um dos fatores a desestimular a escolha do algodão como objeto de estudo.

Segundo o presidente da Abrapa e também do 12º CBA, Milton Garbugio, é prioridade para os cotonicultores reverter este quadro, e o CBA é uma chave para isto. “Precisamos enfatizar a pesquisa em algodão no Brasil. Quase tudo o que temos em tecnologias vem de fora, mas a realidade de cada país e seus problemas são específicos. Muitos não têm interesse de ir a fundo nas nossas necessidades”, conclui Garbugio.

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Esta é a terceira vez consecutiva que a Companhia formada por agricultores participa como expositora do evento.

Depois de expandir a participação no Congresso Brasileiro do Algodão (CBA) em 2017, a Companhia das Cooperativas Agrícolas do Brasil (CCAB) planeja tornar ainda mais estratégica sua presença no evento, em 2019. Além de divulgar seu portfólio de soluções químicas e biológicas para a proteção das lavouras da pluma e de outros cultivos, a CCAB vai fomentar o networking com acionistas e congressistas em geral, criando oportunidades de encontros e discussões, em seu estande e fora dele, durante e após a programação diária do Congresso. O 12º CBA é uma realização da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), e deve reunir em torno de 1,5 mil pessoas no Centro de Convenções de Goiânia (GO), entre os dias 27 e 29 de agosto.

De acordo com o CEO da Companhia, Jones Yasuda, a CCAB nasceu em 2007, por iniciativa de um grupo de cooperativas agrícolas do cerrado brasileiro, como uma alternativa para facilitar o acesso delas a uma gama mais variada de pesticidas químicos do que a existente no país àquela época. “Como o cerrado é o berço da empresa, é natural que o algodão seja uma das nossas culturas-chave, junto com a soja e o milho. No 12ºCBA, vamos apresentar as soluções que dispomos para o agro nacional, e, principalmente, ajudar a pensar o papel do Brasil, da nossa empresa e de cada agricultor que produz algodão e alimentos, no contexto de uma população mundial que não para de crescer”, afirma Yasuda.

Um dos grandes diferenciais da CCAB, na visão do CEO, é o fato da Companhia ser feita por agricultores, para atender às necessidades que eles conhecem na pele. “O nosso acionista é o próprio cliente e, portanto, a distância entre a demanda e a oferta é estreita. Não tentamos vender nada que não seja o que ele realmente precisa, ou que pode potencializar seus resultados. Mas sempre prospectamos soluções novas para conferir mais produtividade e competitividade para o nosso público”, ilustra Yasuda.

Para o presidente da Abrapa e do CBA, Milton Garbugio, que também preside o Conselho da CCAB Participações (CCAB Par), a presença da Companhia no evento é estratégica de lado a lado. “A CCAB é uma empresa brasileira cujas maiores características são a capacidade de inovar e a agilidade para encontrar soluções. Ela foi crucial para a cotonicultura brasileira, trazendo para o Brasil o benzoato de emamectina, a única molécula que se mostrou eficaz quando a helicoverpa apareceu no cerrado. Junto com o vírus HzNPV, também pioneiramente importado pela CCAB, esses produtos formaram o combo que permitiu ao Brasil retomar a sua produção de algodão nos moldes anteriores à praga, que dizimou lavouras e causou prejuízos bilionários”, afirma Garbugio.

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