Inovação e Rentabilidade na Cotonicultura

11 congresso do algodão

Maceió-AL 29/8 a 1/9/2017
Centro de Convenções de Maceió

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16/08/2017

Movimento de incentivo ao uso do algodão na indústria têxtil brasileira é destaque no CBA 2017

Campanha para fomentar a indústria algodoeira será apresentada durante o maior evento do setor no país

O movimento “Sou de Algodão”, campanha desenvolvida pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com diversas ações para incentivar o uso da fibra na indústria têxtil do país, será o grande destaque da 11ª edição do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que acontece entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, em Maceió.

Com o objetivo de conscientizar o consumidor final sobre os benefícios da matéria-prima na moda, as ativações do movimento contemplam engajamento de influenciadores que conversam tanto com a cadeia produtiva quanto com o consumidor, como estilistas, personal stylists, representantes de marcas que ditam a moda, empresários e blogueiras. Também estão previstas ações em redes sociais, plataformas digitais e um portal de conteúdo sobre o uso do algodão na indústria da moda (http://soudealgodao.com.br/), além de parcerias com marcas, iniciativas com instituições de formação em moda e apoios.

Durante o CBA, o movimento “Sou de Algodão” terá um estande na área de exposição com projeções do vídeo da campanha, folhetos explicativos do movimento, além de exposição de peças de algodão de diversas marcas como Riachuelo, Richards, Martha Medeiros, Hering Kids, Ellus e Toalhas Appel.

Também no espaço de exposições, será implantado o “Ateliê de Algodão”, onde estarão presentes diversas cooperativas algodoeiras do país, dentre elas a Cooperativa Rendeiras de Maceió, do Instituto do Bordado Filé, que exibirão materiais feitos com a renda filé (tipo de bordado), a Cooperativa de Bordadeiras – BORDANA (GO), formada por mulheres que impulsionam o empreendedorismo social e o trabalho artesanal em Goiânia, além da Associação Sul Matogrossense dos Produtores de Algodão (AMPASUL), a Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários (AEFAF), e a Cooperativa Central Justa Trama – Cadeia Ecológica do Algodão Solidário, que juntas representam o algodão orgânico do Mato Grosso do Sul. Todas elas trabalham com tecidos 100% algodão em seus bordados.

Com o projeto, o objetivo da Abrapa é ampliar em até 10 pontos percentuais a utilização do algodão no setor têxtil do país nos próximos 5 anos. “A matéria-prima tem papel fundamental na indústria da confecção mundial e representa 54% do vestuário formal no Brasil. Nossa expectativa é aumentar em 15% a produção na safra 2017/18, com um crescimento de 17% em área plantada”, explica Arlindo Moura, presidente da Abrapa.

A movimento “Sou de Algodão” faz parte do Plano de Incentivo ao Uso do Algodão, desenvolvido pela Abrapa, que surge como resposta da cadeia produtiva algodoeira à queda no uso da fibra na composição de tecidos para fabricação de peças de vestuário em geral, nos últimos anos.

O levantamento identificou que essa movimentação é motivada por diversas razões - do ponto de vista do consumidor e da indústria - como, por exemplo, a forma e caimento do tecido no segmento feminino, preço mais baixo, economia de matéria prima, além da proximidade dos fornecedores sintéticos com a indústria têxtil. “Os benefícios do produto sintético são superficiais e de curto prazo. O algodão é natural, confortável e saudável, aspectos muito valorizados na moda íntima, infantil e cama, mesa e banho”, diz Moura.

Sobre a campanha “Sou de Algodão”

Sou de Algodão é um movimento que valoriza a matéria-prima essencial para a moda brasileira.

ABRAPA (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão)

Criada em abril de 1999, a ABRAPA tem o objetivo de unir e organizar os agentes do setor do algodão. A associação busca a sustentabilidade estratégica e a melhoria contínua da produção com responsabilidade social e ambiental. Tudo para valorizar cada vez mais o algodão brasileiro.



07/08/2017

Agricultura digital é foco da John Deere no 11° Congresso Brasileiro do Algodão

Uma das patrocinadoras do 11°Congresso Brasileiro do Algodão (11°CBA), a John Deere vê no tema da edição 2017 do evento – Inovação e Rentabilidade – a oportunidade ideal para intensificar a divulgação de suas soluções integradas, baseadas no conceito de agricultura de precisão e conectividade rural, para um público majoritariamente formado por cotonicultores. A cultura do algodão é uma das que mais intensivamente aplicam tecnologia em máquinas e sistemas operacionais, que permitem a gestão racional dos insumos agrícolas e, consequentemente, o aumento da produtividade e a redução dos custos. O CBA é uma realização da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), e acontecerá entre os dias 29 de agosto e 1°de setembro, no Centro de Convenções de Maceió (AL).

No 11°CBA, a John Deere será uma das protagonistas da plenária sobre agricultura digital, no dia 31 de agosto, abordando as inovações tecnológicas e a nova revolução agrícola, além das tendências que contribuirão para alimentar uma população mundial estimada em nove bilhões de habitantes em 2050, segundo a FAO. O desafio da empresa, que tem quase dois séculos de história, tem sido conectar a inteligência das máquinas e das pessoas para realizar com precisão o trabalho no campo.

"Essa integração permite que o cliente melhore sua produtividade, de forma sustentável, aplicando o elemento correto, na medida, no lugar e no tempo exatos. No CBA, queremos destacar o comprometimento da John Deere e da nossa rede de concessionários com a agricultura brasileira, colaborando para aumentar cada vez mais a eficiência e a produtividade da cotonicultura", diz o gerente de vendas, Marcelo Lopes. Segundo ele, a empresa apoia o CBA por reconhecer a importância do evento, bem como o trabalho da Abrapa e das suas associações estaduais na busca da sustentabilidade e do crescimento da cotonicultura do Brasil. Nos últimos anos, o país foi destino de investimentos que superam US$ 550 milhões, pela multinacional americana.

"A John Deere foi um marco na revolução agrícola do século XIX e, desde então, nunca parou de inovar. Ela tem tudo a ver com a cotonicultura moderna e produtiva do Brasil e não poderia ficar de fora do Congresso Brasileiro do Algodão", afirma o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.



26/07/2017

Por quatro dias, Maceió será capital científica da cotonicultura brasileira

Entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro, a cidade de Maceió será o polo conversor da cotonicultura no Brasil. Da pesquisa científica à classificação de fibra, das novas tecnologias às tradings e instituições financeiras, toda a cadeia produtiva do algodão estará reunida no 11° Congresso Brasileiro do Algodão (11° CBA). O evento é promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e acontece a cada dois anos, com média de público de 1,5 mil participantes. Na capital alagoana, ele será realizado no Pavilhão de Exposições do Centro de Convenções de Maceió.

Nesta edição, o CBA elegeu como símbolo a renda filé, uma das mais emblemáticas expressões da cultura alagoana, que guarda estreita afinidade com o algodão, tanto por ser esta a sua matéria-prima, como pelos conceitos que o artesanato traz em sua trama, como tradição, moda e sustentabilidade. Para o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, Maceió atende e excede os requisitos levados em consideração na escolha das cidades-sede do Congresso Brasileiro do Algodão. "A capital alagoana tem um excelente Centro de Convenções, boa rede hoteleira e disponibilidade de vôos, e, como um bônus fantástico, uma das mais belas orlas do Brasil", diz.

Pioneira do Nordeste

Embora o estado hoje não integre o mapa dos grandes produtores de algodão do país, tendo plantado, na safra 2016 apenas 60 hectares, a cotonicultura já foi uma das suas mais expressivas forças econômicas, chegando a rivalizar com a da cana-de-açúcar, no século XIX. Dados históricos da Associação Comercial de Alagoas registram que, em 1926, o estado já exportava algodão, mesmo sem ter estrutura portuária. A própria Associação Comercial foi fundada, em 1866, por um grupo de 46 cotonicultores, para organizar as exportações da fibra. Seu belo prédio atesta a magnitude do setor à época.

O algodão foi a mola propulsora de um ciclo de grande industrialização em Alagoas, que teve seu ápice entre os anos de 1930 e 1950. A fibra foi fundamental para o desenvolvimento de muitos municípios alagoanos no sertão e na zona da mata, e batizou até nomes de cidade, como Ouro Branco, clara alusão ao algodão. Alagoas também foi o primeiro polo industrial do Nordeste brasileiro, com destaque para a fiação, fundada no município de Pedra, pelo empresário Delmiro Gouveia. Para mover o empreendimento, ele construiu, em 1913, uma hidrelétrica no Rio São Francisco. A fábrica produzia as linhas de marca Estrela, empregava em torno de 800 homens e mulheres, e chegou a exportar para Argentina, Chile Peru e outros países da América do Sul.

"O cenário escolhido e toda essa bagagem histórica vão conferir um charme especial ao congresso. Nesta edição, serão em torno de 93 palestrantes e mais de 190 trabalhos científicos, que dão conta dos mais importantes temas da cotonicultura no Brasil e no mundo. Tenho certeza de que esta será uma edição memorável do CBA", diz o coordenador científico do evento, e autor de diversos livros sobre a cultura do algodão, Eleusio Curvelo Freire.



11/07/2017

Kuhlmann lançará novo software de gestão no 11° Congresso Brasileiro do Algodão

Desenvolvida para propiciar a rastreabilidade das diferentes variedades embarcadas com biotecnologias e germoplasma, a plataforma digital já inicia operando com as maiores empresas multiplicadoras de sementes e agrega todos os processos relativos à produção, beneficiamento e comercialização.

Com o lançamento de uma nova plataforma digital de gestão de processos de sementes, grãos e insumos, a Kuhlmann Tecnologia &Monitoramento Agrícola (KTMA), agora uma empresa da belga Bureau Veritas, confirmou sua participação no 11°Congresso Brasileiro do Algodão (11°CBA), que será realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), entre os dias 29 de agosto e 1°de setembro, em Maceió (AL). O sistema digital via web permite gerir e controlar os processos de forma customizada, para atender às demandas de cada cliente.

De acordo com o CEO Eduardo Kuhlmann, osoftwareserá apresentado em primeira mão no 11°CBA, e agrega todos os processos relativos à produção, beneficiamento e comercialização de sementes, em várias plataformas e perfis, integrando ações dos multiplicadores, distribuidores e agricultores parceiros. Tudo isso, com a chancela de certificação da líder global no segmento, a Bureau Veritas. "Não poderia haver ocasião mais apropriada para lançar esse projeto que o Congresso Brasileiro do Algodão, do qual somos parceiros há várias edições. O algodão é um setor coeso e organizado e o CBA é uma oportunidade de toda a cadeia se encontrar para adquirir novos conhecimentos, expor seus produtos e serviços e prospectar negócios", afirma, ressaltando a força aglutinadora da Abrapa.

A KTMA é líder brasileira em monitoramento agrícola, análise de fibra e auditoria de biotecnologia de sementes. Com matriz em Pinhais (PR), a companhia nasceu em 1989, com expertise em supervisão e controle de cargas, e expandiu sua atuação para o agro, quando detectou a demanda do setor por certificação, inspeção, auditoria e laboratórios. A empresa também lidera a divisão AgriPortuária da Latam, e está presente nas mais importantes regiões de produção agrícola do Brasil, além de Argentina, Paraguai, Uruguai, dentre outros. Na cotonicultura, a Kuhlmann tem tradição, principalmente, na área de classificação de algodão porHigh Volume Instrument (HVI),e detém dois laboratórios, um em Roda Velha, distrito de São Desidério, na Bahia, e outro em Sapezal, no Mato Grosso, que somam 14 máquinas de HVI. Em dezembro de 2016, a Kuhlmann foi adquirida pela Bureau Veritas, líder global em testes, inspeção e certificação, fundada em 1828, na antiga Antuérpia, hoje Bélgica.

"A Kuhlmann tem uma sólida tradição na cotonicultura. Sua presença no CBA há várias edições, sempre apresentando inovações, é uma prova da confiança desta empresa na importância do evento e no trabalho da Abrapa", diz o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.



05/07/2017

Laboratório Farroupilha Lallemand apresentará inovações no controle biológico de pragas e doenças no 11° CBA

A empresa mineira foi assumida pela canadense Lallemand e expandiu sua presença para mais de 40 países. Bioinseticidas, biofungicidas, bionematicidas, inoculantes e promotores de crescimento estão entre os produtos oferecidos.

O manejo integrado de pragas e doenças das lavouras, método que consorcia o uso de defensivos químicos e agentes de controle biológico, terá destaque no 11° Congresso Brasileiro do Algodão (11° CBA). O evento é promovido a cada dois anos pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e, em 2017, será realizado entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro em Maceió (AL). O tema estará na pauta de discussões em diversas oportunidades no Congresso, e empresas do ramo apresentarão suas inovações tecnológicas. Dentre elas, o Laboratório Farroupilha Lallemand, com um portfólio de "biopotentes" desenvolvidos para combater naturalmente bactérias, fungos, insetos e nematoides. Seu mix de produtos também apresenta inoculantes e promotores de crescimento.

A inclusão de bactérias, fungos e vírus "do bem" no pacote de defesa fitossanitária dos cotonicultores tem sido cada vez mais recorrente, como forma de quebrar a resistência dos inimigos da lavoura aos químicos disponíveis no mercado. A demora na entrada de novos princípios ativos em circulação, em virtude do atual modelo de registro de produtos no país, gera perda de eficiência e onera os custos de produção. "Com os biopotentes, não queremos substituir os químicos, mas aumentar a sua vida útil", explica o gerente comercial do Laboratório Farroupilha Lallemand, Stanis Bombonato, segundo quem, a chave do combate estratégico está no manejo.

"Os químicos, sozinhos, não estavam dando conta do grande número de pragas e doenças das lavouras. Os produtos biológicos entram no receituário como armas adicionais. São inovações seguras e sustentáveis, com certificação internacional, que trazem excelentes resultados", afirma Bombonato. O Laboratório Farroupilha foi fundado há dez anos, em Minas Gerais, e hoje está sob o controle da multinacional canadense Lallemand, presente em mais de 40 países. No Congresso Brasileiro do Algodão, a empresa vai apresentar em torno de dez produtos para os problemas do algodoeiro e de outras culturas, como o mofo branco, a fusariose e a rizoctoniose. "Nossa expectativa é sempre muito boa, porque o CBA é promovido pela Abrapa, uma das mais atuantes e organizadas associações de classe do setor agrícola brasileiro. Somos parceiros do evento há várias edições e a confiança sempre se renova", afirma o gerente.

Para o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, o momento é de aumento de demanda por soluções inovadoras para os problemas da cotonicultura. "Não por acaso, escolhemos como tema do evento o binômio inovação e rentabilidade, e a participação de empresas como o Laboratório Farroupilha Lallemand no CBA vem ao encontro disso. Temos trabalhado, na Câmara Temática de Insumos da Agropecuária do Mapa (CTIA), para apresentar alternativas ao Governo Federal para tornar mais célere o registro de novos defensivos químicos no país, tornando o Brasil mais competitivo no mercado mundial. Hoje, um produto novo leva em torno de oito anos para ser registrado no país, trazendo graves riscos para a defesa fitossanitária nacional. O controle biológico contribui para aumentar a vida útil dos produtos que estão disponíveis. Não são substitutos, mas aliados, e muito bem-vindos", conclui o presidente da Abrapa.

29/06/2017

Começa hoje o 11° Congresso Brasileiro do Algodão, em Maceió

Tendência altista de mercado e boa safra aquecem expectativa para o evento, que focaliza inovação e rentabilidade.

Enquanto terminam de colher uma safra histórica, estimada em 1,5 milhão de toneladas, e já se preparam para aumentar em 17% a área plantada para 2017/18, os produtores brasileiros de algodão vão se reunir de amanhã (29) até 1°de setembro no 11°Congresso Brasileiro do Algodão (11°CBA), maior evento da cotonicultura nacional. Realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o CBA acontece a cada dois anos e, nesta edição, será sediado em Maceió, para onde devem se dirigir em torno de 1,2 mil participantes de toda a cadeia produtiva da fibra.

O 11°CBA tem como tema "inovação e rentabilidade" e acontece em um momento de otimismo para o setor, tanto pelos números da safra 2016/17, cerca de 15% superiores ao ciclo anterior, quanto pelas tendências altistas para o mercado da pluma, com o consumo mundial superando a produção pelo terceiro ano consecutivo, e a gradual liberação dos estoques chineses, que devem sustentar os preços em torno de 70 centavos de dólar por libra-peso.

"A conjuntura atual para o algodão é interessante no Brasil e também no mercado internacional e sugere uma tendência de aumento e preços, e, consequentemente, de área. Essa perspectiva movimenta a cadeia produtiva para prover os produtos e serviços necessários a uma possível expansão. Isso se reflete diretamente no nosso Congresso, dinamizando-o ainda mais", explica o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.

Embora seja um evento realizado por cotonicultores, o CBA atrai todos os elos da cadeia produtiva. Em torno de 20 empresas do setor patrocinam o Congresso e aproveitam a oportunidade para apresentar seus portfólios. A Abrapa também divulga suas ações institucionais, dentre elas, o Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), o Programa de Qualidade Standard Brasil HVI (SBRHVI), e o Sou de Algodão, movimento de valorização da matéria-prima junto ao público consumidor.

Movimento

Por sua carga conceitual e estética, a Abrapa escolheu o movimento Sou de Algodão para a identidade do seu estande institucional. A estrutura fica no centro da área de exposição e coloca em evidência oito atributos da fibra antecedidos pela palavra "Sou":Original, Leve, Suave, Luxo, Metamorfose, Natural, Tropical e Divertido. Cada atributo no estande é associado a uma marca de vestuário ou cama, mesa e banho, que se encaixam no perfil conceitual. "O resultado é uma estrutura moderna e bonita, bem a cara do movimento, que visa ao aumento do consumo no mercado interno e ao esclarecimento do consumidor final", explica o presidente da Abrapa, Arlindo Moura, que ressalta a meta de incrementar em dez pontos percentuais o consumo no Brasil nos próximos cinco anos. "O consumidor que conhece um pouco mais sobre a importância econômica e social da cultura do algodão, que sabe das vantagens da fibra natural para a saúde e para o conforto de quem usa, estabelece parâmetros de decisão. É aí que ganhamos espaço", afirma.

Números do 11°CBA:

Público: 1,2 mil participantes

Palestrantes: 84

Palestrantes internacionais: 7

Conferências plenárias: 15

Minicursos: 06



01/06/2017

Rabobank confirma parceria com o 11° Congresso Brasileiro do Algodão

Em palestra, banco abordará o acesso dos cotonicultores aos recursos, como suporte para o crescimento.

Evento que reúne os principais elos da cadeia produtiva do algodão, o 11° Congresso Brasileiro do Algodão (11°CBA) também terá a presença das instituições de crédito. Dentre elas, o Rabobank, banco responsável pelo financiamento de mais de 60% do algodão brasileiro. Na ocasião, o banco tratará em uma palestra sobre o crescimento das oportunidades no agronegócio, o que demanda um sistema financeiro ágil e eficaz para acompanhar as mudanças e necessidades do setor. O 11° CBA acontecerá em Maceió, entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro, sendo uma realização da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). Nesta edição, ele terá como tema o binômio Inovação e Rentabilidade.

De acordo com a diretora do Rural Banking do Rabobank Brasil, Fabiana Alves, a cada dia, a escala de produtores de grãos e de algodão se distancia dos volumes de recursos que podem ser atendidos pelo total subsidiado através dos planos de safra. "Portanto, o setor privado precisa atuar para garantir que exista disponibilidade de recursos financeiros compatível com a demanda e evolução do setor. A palestra que faremos no CBA vai abordar formas como os produtores podem ampliar seu acesso a estes recursos livres e obter o suporte financeiro desejado para seu crescimento", explica a diretora, que ressalta a importância da instituição fazer parte do Congresso.

Segundo Fabiana Alves, o Rabobank é um banco parceiro do agronegócio e líder no financiamento da cotonicultura brasileira. Por isso, não pode ficar de fora do Congresso Brasileiro do Algodão. "Ele é, para nós, uma oportunidade de encontrar os principais players da cotonicultura, de troca de conhecimento, conexão com a cadeia produtiva do algodão e discussões sobre desafios e inovações do setor", afirma. Ainda de acordo com a executiva, a programação, cuidadosamente elaborada pela Abrapa, garante a relevância das atividades, tornando-as atrativas a todos os participantes. "O banco tem orgulho de fazer parte do CBA", conclui. Durante o evento, técnicos do Rabobank irão apresentar e detalhar as linhas de crédito disponíveis para os cotonicultores interessados.

A participação do setor bancário também é celebrada pela Abrapa. "Não existe, nos moldes da atual cotonicultura, a possibilidade de plantar sem o apoio dos bancos públicos e privados. Crédito tem a ver com credibilidade, confiança. Ter o Rabobank conosco, no Congresso, também é uma prova de confiança que a instituição dá a este evento, que se firmou como referência no debate sobre o setor. Ficamos felizes com esta parceria", afirma o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.


Para ter acesso à programação do CBA e outras informações, visite http://www.congressodoalgodao.com.br/



16/05/2017

Basf estará presente no 11º Congresso Brasileiro do Algodão

A empresa celebra a retomada da produtividade brasileira aos patamares tradicionais e acredita que é possível, com novas tecnologias, praticamente dobrar a produtividade atual, chegando a 500 arrobas de algodão em caroço por hectare.

O 11º Congresso Brasileiro do Algodão (11º CBA), mais uma vez, terá a BASF entre os seus patrocinadores. A empresa química é uma das mais importantes e tradicionais da cotonicultura mundial e vê o evento, que este ano será realizado em Maceió, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, como uma importante vitrine para o portfólio de soluções com tecnologia focada no controle fitossanitário do cultivo do algodão. O 11º CBA é realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e reúne toda a cadeia produtiva da fibra. Nesta edição, seu tema central aborda rentabilidade e inovação. Cerca de 1500 participantes são esperados.

Para o gerente de Cultivo Algodão da BASF, Luiz Fernando Straioto, a safra 2016/17 é muito especial por representar a retomada da produtividade brasileira aos seus habituais padrões. “Isso torna ainda mais estratégica a nossa participação no Congresso. A BASF acredita que o Brasil ainda tem muito potencial para até mesmo dobrar a sua produtividade atual. Para isso, oferece uma grande gama de tecnologias, além de investir na pesquisa e no desenvolvimento de novas soluções”, afirma. Segundo a Conab, a previsão para a safra 2016/17 é de 265 arrobas de algodão em caroço por hectare, um crescimento de 18% em relação à safra 2015/16, quando o Brasil colheu, em média, 225 arrobas por hectare.


Luiz Fernando Straioto enfatiza a importância do trabalho empreendido pela Abrapa que, segundo ele, “garante informação ao cotonicultor, divulga o algodão brasileiro dentro e fora do país, e favorece o acesso do produtor às alternativas para assegurar a sua sustentabilidade”.

“A cada parceria que renovamos ou que conquistamos para o Congresso, celebramos um indicativo forte de que estamos cumprindo bem o nosso papel. A BASF é uma das mais relevantes empresas do setor e tê-la conosco é muito importante”, diz o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.

Soluções

No estande da empresa, os participantes do 11° CBA vão encontrar pesquisadores e técnicos prontos para dar dicas de manejo para uma produção sustentável. Dentre as soluções que serão apresentadas no congresso, destaque para a oferta de fungicidas como Opera® Ultra e Orkestra™SC. As soluções são recomendadas para o controle das principais doenças do algodão, como a ramulária. Já para o manejo de pragas, a BASF dispõe dos inseticidas Nomolt® 150, Imunit®, Pirate®, Fastac®100SC e Fastac®Duo, que controlam, dentre outras, mosca branca, lagartas e bicudo do algodoeiro. A empresa também disponibiliza serviços que auxiliam na tomada de decisão e mitigação de riscos, como Barter, ferramenta de negociação de insumos, e o Smart Spray Solution, serviço de tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas.

Para saber mais sobre o 11° Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), programação, inscrições, submissão de trabalhos, dentre outros, acesse: www.congressodoalgodao.com.br



02/05/2017

TMG lançará nova cultivar no 11°Congresso Brasileiro do Algodão

Técnicos da empresa apresentarão as características do produto durante o evento.

Qualidade de pluma, alto rendimento e resistência a doenças como a ramulária são alguns dos diferenciais da nova cultivar que a Tropical Melhoramento & Genética (TMG) vai apresentar no 11° Congresso Brasileiro do Algodão, o 11° CBA. Batizado de TMG44B2RF, o lançamento é uma variedade transgênica, com tecnologia Bolgard II RR Flex da Monsanto, e estará disponível para os cotonicultores na safra 2017/18. No CBA, o público não terá como adquirir a cultivar, mas poderá conhecer suas características, com assessoria dos técnicos e executivos da empresa presentes ao evento, que é realizado pela Associação Brasileira do Produtores de Algodão (Abrapa). Nesta edição, o CBA acontece entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro de 2017, em Maceió (AL).

"Esta é a vantagem de estar presente em um acontecimento que reúne toda a cadeia produtiva. Podemos divulgar intensamente e de forma personalizada os nossos produtos para um público estratégico para os nossos negócios", diz o diretor presidente da TMG, Francisco José Soares Neto, sobre a participação recorrente da empresa no Congresso Brasileiro do Algodão.

Segundo Neto, a cadeia produtiva do algodão investe muito em tecnologia e todos os elos se encontram no CBA. "O congresso é uma excelente oportunidade de relacionamento e, também, uma ótima vitrine para o nosso portfolio de produtos. Em especial, para os lançamentos", afirma.

Francisco Neto acredita que as estimativas positivas para a safra 2016/17 devam aquecer ainda mais esta edição do CBA. "O Brasil tem condições de multiplicar muitas vezes a área plantada com a cultura do algodão, podendo, inclusive, investir mais na verticalização da cadeia produtiva. Isso só se faz com tecnologia, o que torna essenciais eventos como o CBA", conclui.

Com atuação nacional e foco regionalizado, a TMG é uma empresa obtentora de germoplasma genuinamente brasileira. Seus sócios são produtores rurais que investem a cada ano mais de R$ 90 milhões em pesquisa e desenvolvimento.

A Abrapa comemora a renovação da parceria da empresa mato-grossense com o evento. "A TMG é uma companhia robusta e de grande importância para a cotonicultura nacional. Essa parceria, sempre renovada, no Congresso Brasileiro do Algodão nos deixa muito satisfeitos", ressalta o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.

Para saber mais sobre o 11° Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), programação, inscrições, submissão de trabalhos, etc., acesse: www.congressodoalgodao.com.br

Créditos da Foto: Divulgação TMG.

02 de maio de 2017
Imprensa Abrapa
Catarina Guedes – Assessora de Imprensa
(71) 9 8881-8064
(77) 9 8802-0684
www.abrapa.com.br



10/04/2017

Congresso Brasileiro do Algodão deverá ser marco para a divulgação da nova fase da Monsanto

Público do CBA vai conhecer a nova marca do algodão Monsanto e os planos de investimentos da empresa no Brasil

O 11° Congresso Brasileiro do Algodão – CBA – evento realizado pela Associação Brasileira do Produtores de Algodão (Abrapa) que, nesta edição, acontece entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro de 2017, em Maceió (AL), deverá ser o marco de apresentação da nova fase da empresa Monsanto. No CBA, produtores rurais, técnicos e profissionais do setor algodoeiro vão conhecer a nova identidade visual do algodão da companhia, as estratégias da empresa para a cultura, as dimensões dos investimentos globais a serem aportados em pesquisa e desenvolvimento nos próximos anos e também terão acesso a mais informações sobre a nova tecnologia Bolgard III, recentemente aprovada pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), mas que ainda não estará disponível no evento, pois segue em processo de registro.

Em sua passagem pelo Brasil no final de março, quando se reuniu com os dirigentes da Abrapa, o CEO Global da Monsanto, Hugh Grant, afirmou que, após as aprovações regulatórias, Monsanto e Bayer, juntas, investirão em torno de US$2,5 bilhões em P&D, em âmbito global, em cinco plataformas: melhoramento genético, biotecnologia, biológicos, proteção de cultivos e agricultura digital, para soja, milho e algodão. “Trata-se de um novo impulso, que será muito favorável ao setor”, afirma o CEO para a América do Sul, Rodrigo Santos. No Brasil, a multinacional mantém 22 estações de pesquisa para a agricultura tropical, nas quais atuam 400 pesquisadores.

Ainda de acordo com Rodrigo Santos, o país é um mercado estratégico e o bom relacionamento com a Abrapa torna as decisões da multinacional mais acertadas. “A Abrapa faz um trabalho fantástico na liderança do setor, sendo uma das mais profissionais associações de produtores rurais do Brasil. O trabalho de promoção do algodão brasileiro nos mercados interno e externo, por exemplo, contribui para o desenvolvimento e fortalecimento de toda a cadeia produtiva. Dentre essas ações, destacamos o CBA, um importante vetor de difusão de tecnologia e vitrine do que há de mais novo para a cotonicultura”, afirma o executivo.

Para o presidente da Abrapa e também do Congresso Brasileiro do Algodão, Arlindo de Azevedo Moura, a Monsanto participa ativamente desde o início da moderna cotonicultura no Brasil e o sucesso da atividade está muito relacionado à multinacional. “A empresa é uma parceira de longa data do CBA, e, nesta edição, esta participação será ainda mais especial. Esperamos que seja esclarecedora para o cotonicultor e para toda a cadeia produtiva”, afirma Arlindo Moura.

De acordo com o líder de Negócios em Algodão da Monsanto no Brasil, Eduardo Navarro, o estande da empresa no CBA reflete a nova fase. “Ele já foi configurado nos novos padrões de identidade visual e dispõe de infraestrutura para atender bem à cadeia produtiva e favorecer a difusão de informações. Será equipado com plenário e sala de reuniões, onde apresentaremos a estratégia da Monsanto, reafirmando o nosso compromisso com o setor”, conclui Navarro.

Para saber mais sobre o 11° Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), programação, inscrições, submissão de trabalhos, etc., acesse: www.congressodoalgodao.com.br



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