Empresa genuinamente brasileira, nascida no estado de Mato Grosso, a Tropical Melhoramento & Genética (TMG) renova a parceria com o Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que chega, em 2019, à décima segunda edição. O evento é promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto, em Goiânia (GO), com o tema “A cotonicultura como vitrine para a agricultura do amanhã”.

Ao contrário da sua participação no 11º CBA, desta vez a companhia não chega com um lançamento, mas com o ânimo intensificado de quem prevê um crescimento de market share, que a deixará com 38% do mercado. No pipeline, novas tecnologias em fase de registro, principalmente, com características de resistência a lagartas. “A TMG atua nacionalmente, mas tem foco regionalizado”, explica o diretor-presidente, Francisco José Soares Neto. Trata-se de uma obtentora de germoplasma que tem, como sócios, produtores rurais. A cada ano, eles investem mais de R$100 milhões em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias.

O executivo acredita que o atual contexto favorável ao algodão brasileiro também repercutirá positivamente no 12º CBA. “É um ano de crescimento de área e de expectativa de produção, o que por si só é animador. O congresso reúne todos os elos da cadeia produtiva da pluma, e concentra os melhores agricultores das grandes culturas, que plantam algodão. É um público muito diferenciado e fazemos questão de estar presentes”, afirma.

Segundo Soares Neto, a participação da TMG no evento é sempre pensada sob uma perspectiva estratégica para a companhia, que aproveita a ocasião para difundir e assimilar informações e também para fazer relacionamento. O diretor-presidente ressaltou ainda o papel da Abrapa como associação que ajuda a equalizar a fibra brasileira no mercado internacional. “É uma representante de peso, que todo o mundo respeita”, disse.

Para o presidente da Abrapa, Milton Garbugio, a renovação da TMG por mais uma edição no CBA é motivo para celebrar. “Trata-se de uma empresa forte, que tem o mérito de ser um patrimônio dos agricultores, e que, como tal, também funciona como um balizador de mercado, num setor em que há grande concentração de companhias estrangeiras”, enaltece.

Imprensa 12º CBA e Abrapa

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