Inovação e Rentabilidade na Cotonicultura

11 congresso do algodão

Maceió-AL 29/8 a 1/9/2017
Centro de Convenções de Maceió

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15/09/2017

Palestras do 11 CBA já estão disponíveis no site e no app do congresso

Para o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, o conhecimento gerado pelo evento é tão importante, após a sua realização, quanto durante.

O 11° Congresso Brasileiro do Algodão (11° CBA) acabou, mas as informações difundidas entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro podem ser exploradas em detalhes pelos produtores de algodão do Brasil no site do evento www.congressodoalgodao.com.br e no aplicativo do CBA, disponível para smartphones IOS e Android. Nesses espaços virtuais, os congressistas também já podem imprimir seus certificados de participação. O 11° CBA é uma realização da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), e foi sediado, em 2017, em Maceió, com participação efetiva de 1,4 mil inscritos, e programação que incluiu 72 palestras, proferidas por 94 profissionais renomados em suas áreas de atuação.

Para o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, o conhecimento gerado pelo evento é tão importante, após a sua realização, quanto durante. "É quando o cotonicultor, depois de ser exposto a uma grande quantidade de informações nos quatro dias de programação, pode, aprofundar nos temas que lhe despertaram mais interesse", afirma. Moura diz que, estrategicamente, o CBA ocorre no período entre o final de uma safra e o momento crucial de decisões que antecede o início de um novo ciclo. Ele pontua o crescimento esperado de 17% em área plantada e volume de pluma para a safra 2017/18 como um forte demandador das informações técnicas do congresso.

De acordo com o coordenador científico do CBA, Eleusio Curvelo Freire, salvo raros casos em que o palestrante não disponibilizou as apresentações para a organização, quase todo o conteúdo que foi apresentado já está à disposição do produtor rural, e boa parte desse material são estudos com resultados mensurados, inclusive do ponto de vista econômico. Dentre os assuntos que mais têm despertado o interesse do cotonicultor, Freire destaca o controle biológico de pragas com a vespa Trichogramma sp, que vem se revelando uma importante arma biológica contra o complexo de lagartas, assim como vírus e bactérias, cada vez mais presentes no chamado manejo integrado de pragas e doenças das lavouras de algodão, milho e soja. As técnicas voltadas ao uso do solo para evitar a compactação e incrementar o teor de matéria orgânica também recebem, segundo o coordenador, grande atenção, assim como as palestras que se referem ao combate e controle de nematoides.

Viável refúgio

As boas práticas no plantio de algodão, no contexto de inovação e rentabilidade que pautou o 11° CBA, estão no radar do produtor, e se encontram nos resumos das apresentações disponibilizadas pela Abrapa. É o caso da importância das chamadas áreas de refúgio preconizadas pelo Comitê Internacional de Manejo de Resistência (IRAC) para evitar o desenvolvimento de lagartas – sobretudo a helicoverpa – resistentes ao gene da bactéria Bacillus thuringiensis(Bt), presente no algodão geneticamente modificado contra pragas de insetos.

Segundo o diretor da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Celito Breda, que explanou sobre o tema no 11° CBA – junto com o especialista em Ciências Biológicas, Alexandre Specht e o engenheiro agrônomo Fábio dos Santos – na síntese de sua palestra o cotonicultor pode dirimir, com evidências mensuráveis, dúvidas sobre a viabilidade econômica da orientação técnica sobre a manutenção de 20% de área de algodão livre de Bt próximas às lavouras geneticamente modificadas com essa tecnologia.

"Nesse material estão dados de diversos produtores, em várias regiões, provando justamente que o risco maior de inviabilizar economicamente a lavoura está em não adotar essa prática", diz Celito Breda. Segundo ele, as áreas de refúgio, quando implantadas de forma estruturada, favorecem o cruzamento de lagartas que se alimentam de plantas com a tecnologia, com outras que não comem o algodão Bt, aumentando a diversidade genética. "O resultado são indivíduos heterozigotos, que serão susceptíveis às proteínas Bt, evitando que se desenvolvam e propaguem gerações de insetos resistentes a esse OGM", explica Breda, da consultoria Circulo Verde. Para o expert, a adoção das áreas de refúgio é a principal ferramenta para aumentar a vida útil do algodão Bt e traz vantagens econômicas para o produtor, a médio e longo prazos.

"Hoje, finalmente, temos dados concretos que nos provam técnica e economicamente, ser viável a adoção de refúgios estruturados em algodão, no percentual recomendado pelo IRAC e pelo Ministério da Agricultura", reforça o consultor, recomendado a leitura da palestra disponível no aplicativo e no site do CBA.



13/09/2017

Números do 11 CBA superam expectativa da Abrapa

O Congresso Brasileiro do Algodão aconteceu na última semana, entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro.

A boa safra de algodão em 2016/2017, cerca de 23,3% maior que a registrada no ciclo anterior, e as perspectivas positivas para 2017/2018 foram o aditivo que o 11° Congresso Brasileiro do Algodão (11° CBA) precisava para superar todas as estimativas dos organizadores em números. O evento foi realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), em Maceió/AL, na última semana, entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro. A expectativa era que o público fosse de 1,2 participantes de toda a cadeia produtiva da fibra, mas a Abrapa contabilizou 1,4 mil inscritos, que, efetivamente, participaram da programação de palestras, painéis e minicursos, sendo o público circulante ainda maior. O CBA é bianual e a próxima edição acontecerá em 2019.

Em 2017, constaram na programação 72 palestras, proferidas por 94 palestrantes, sendo sete deles estrangeiros, além de 190 trabalhos científicos. Também participaram, como congressistas, 20 representantes de países da América Latina e da África, a convite da Agência Brasileira de Cooperação (ABC).

De acordo com o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, o 11° CBA mobilizou a capital alagoana. Os oito hotéis oficiais do evento tiveram ocupação plena, equivalente a 692 leitos. Dos 65 fornecedores envolvidos na produção, 23 foram contratados em Maceió. "Mas o legado que esperamos que um dia se concretize e perdure será a retomada da cotonicultura alagoana. O estado já foi expressivo na produção e no processamento da fibra, e elevou a importância do algodão a tal nível, que o dignificou como figura emblemática da sua bandeira", afirmou Moura.

Para se ter uma ideia, do "peso" do 11° CBA, 67 toneladas de equipamentos audiovisuais e estrutura foram mobilizados. A cenografia envolveu oito toneladas de cordões de algodão, matizadas pela iluminação cênica. "Nada disso teria sido possível sem os nossos 20 patrocinadores, e a adesão maciça do cotonicultor", ressaltou o presidente.

Patrocinaram o CBA: Bayer, Monsanto, CCAB, FMC, Syngenta, ABC, BASF, UPL, Banco Rabobank, John Deere, Laboratório Farroupilha Lallemand, Stoller, IMAmt, Kuhlmann, TMG, TOTVS, Adama, BBM e Dow.



30/08/2017

Embrapa apresenta diagnóstico sobre utilização das terras brasileiras no 11º CBA

Potência mundial na produção de alimentos e fibras, Brasil ocupa apenas 9% de seu território com lavouras e florestas.

O Brasil é o país que mais protege o meio ambiente no mundo, com 66% de sua vegetação preservada. Essa afirmação é do Chefe-Geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, Evaristo Miranda, palestrante da primeira plenária deste segundo dia do 11º Congresso Brasileiro do Algodão. Miranda trouxe um diagnóstico detalhado sobre a atribuição, a ocupação e os usos de terra no Brasil e, na oportunidade, entregou o trabalho “Análise Territorial do Cadastro Ambiental (CAR) da Bahia” para o vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Júlio Busato.

No tocante às atribuições de terra, o Governo Federal dedica cerca de 30% do território para unidades de conservação, regiões indígenas, reforma agrária, além de áreas reservadas para os militares, quilombolas e assentamentos. “Isso significa que um terço do país potencialmente produtivo está legalmente reservado e protegido, enquanto os grandes países preservam, em média, apenas 10% de seu território.”, avalia Miranda.

O desafio, segundo ele, é atender às determinações legais da atribuição de terras no Brasil, diante da atual ocupação dos espaços e seus diversos usos. Os 70% restantes do território, conforme o diagnóstico da Embrapa, estão distribuídos entre áreas urbanizadas, complexos energéticos mineradores, infraestrutura viária, superfícies hídricas e terras devolutas. Existem ainda os usos de terras agrícolas para pastagens, lavouras, florestas plantadas e vegetação preservada. “O fato é que todos os estados brasileiros preservam mais do que determina a legislação ambiental. Ou seja, o mundo não tem o que reclamar de nós por causa do desmatamento, e sim ter medo do potencial agrícola brasileiro, que ocupa 9% do território nacional com lavouras e florestas quando na verdade seria razoável utilizar até 20%”, finalizou o Chefe-Geral da Embrapa Monitoramento por Satélite.



29/08/2017

Boletim Diário - 29/08



28/08/2017

Stoller apresenta exclusivo biorregulador no Congresso do Algodão

Stimulate é o único produto do mercado com registro no Ministério da Agricultura

Destacando a importância de desenvolver tecnologias que contribuam para uma agricultura mais eficiente, a Stoller do Brasil participada do 11º Congresso Brasileiro do Algodão, levando as melhores soluções para que o produtor possa expressar o máximo potencial de suas lavouras. As tecnologias Stoller ampliam o equilíbrio hormonal das plantas, tornando-as mais resistentes ao estresse e mais fortes durante todo o seu ciclo produtivo.

O evento acontece entre os dias de 29 de agosto a 1º de setembro de 2017, no Centro de Convenções de Maceió. O congresso é um dos maiores eventos da cotonicultura brasileira e abre espaço para o debate das principais demandas do setor, promovendo o intercâmbio de informações sobre a produção da fibra no país. A realização é da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).

No evento, a Stoller destaca o Stimulate, único biorregulador registrado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), essencial no combater ao estresse climático. O produto possui formulação exclusiva que permite atuação em todas as etapas de desenvolvimento da cultura, garantindo maior expressão do potencial genético e melhor equilíbrio hormonal.

Um dos principais diferenciais do biorregulador é sua capacidade de ajuda a ampliar a massa dos capulhos e obter maior produtividade. Os testes de campo realizados em Rondonópolis (MT), mostraram incremento de 21% na massa dos capulhos em plantas que receberam o Stimulate, se comparado as testemunhas. Em produtividade o ganho foi de 43 arrobas por hectare, totalizando 231@/ha.

Com registro exclusivo no Mapa, o Stimulate tem um histórico de eficiência comprovada em diversos trabalhos de pesquisa em importantes instituições envolvendo uma série de culturas de importância econômica para o Brasil.

Alinhada ao tema do Congresso neste ano - Inovação e Rentabilidade – a Stoller ressalta a importância de ajudar os produtores conquistar cada vez mais uma produção de qualidade e sustentável.

Sobre a Stoller
Com a missão de transformar o conhecimento em inovação, oferecendo soluções para a construção de uma agricultura mais eficiente, a Stoller é uma empresa multinacional presente em 56 países. O Grupo Stoller é líder mundial na nutrição de plantas, com foco na fisiologia vegetal, o que possibilita ao agricultor aproveitar o máximo potencial genético da planta, para que tenha mais resistência às doenças e se adapte melhor às adversidades climáticas.



23/08/2017

Novo nematicida ainda é segredo da Adama para o 11° Congresso Brasileiro do Algodão

Alinhada com o tema do 11° Congresso Brasileiro do Algodão (11° CBA), Inovação e Rentabilidade, a Adama leva para o evento sua carteira de soluções voltadas ao incremento da produtividade nas lavouras de algodão. Uma delas é um novo nematicida, ainda em fase de registro, cujos atributos serão mostrados no painel apresentado pela empresa no congresso, que acontece entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro, no Pavilhão de Exposições do Centro de Convenções de Maceió/AL. O 11° CBA, realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), é o maior evento da cotonicultura brasileira e acontece a cada dois anos.
Empresa israelense com atuação no mercado brasileiro há mais de 40 anos, a Adama também participará com um painel que apresentará a nova solução real contra nematoides. Além disso, a Adama possui um amplo portfólio que simplificam a vida dos agricultores, como Azimut, Suprathion, Galil, Voraz e Poquer. De acordo com o coordenador de Desenvolvimento de Mercado da Adama no Brasil, Rafael Milleo, estes produtos auxiliam o agricultor na tarefa de aumentar a produtividade na cultura e, consequentemente, sua rentabilidade. "A Adama trabalha continuamente investindo em novas alternativas que complementem seu portfólio, ouvindo diretamente dos agricultores e agrônomos quais são suas necessidades. A partir do problema deles, nós buscamos a solução", revela Milleo.

Segundo o coordenador, o 11° CBA é uma oportunidade de ouvir o cliente e reforçar o comprometimento da empresa com os agricultores. "Sem falar da participação nos debates científicos, que são enriquecedores. O Congresso é um excelente espaço de discussão e de contato com todos os envolvidos na cadeia do algodão, que têm o objetivo comum de melhorar o desempenho da cultura. Reconhecemos a importância do trabalho da Abrapa nesta iniciativa", afirma.

Para o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, o empenho de empresas como a Adama em participar do Congresso Brasileiro do Algodão indica a relevância do evento para a cotonicultura brasileira. "O CBA tem o mérito de reunir as empresas consagradas na pesquisa e no desenvolvimento de produtos para a cotonicultura, como a Adama, e também de estar atento ao novo, ao que surpreende pelo ineditismo e pode contribuir para mudar a forma como produzimos algodão no médio ou longo prazo. Isso o torna fundamental para o Brasil, na qualidade de player importante que é", conclui Arlindo Moura.



22/08/2017

Plataforma de Inteligência Artificial será destaque da TOTVS

Tem nome de mulher – Carol – e uma grande capacidade de aprender e orientar, uma das linhas-mestras do portfólio da TOTVS para o 11°Congresso Brasileiro do Algodão (11°CBA), evento realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), que começa no dia 29 de agosto e prossegue até 1°de setembro, em Maceió. A recém lançada ferramenta da TOTVS é uma plataforma de dados de qualidade e Inteligência Artificial (AI) programada paraaprimorar as informações geradas nas organizações, aumentando sua capacidade de análise e a velocidade de tomada de decisões.

Carol, que também é uma assistente virtual capaz de responder perguntas e oferecerinsightspara os negócios, figura entre um largo espectro de soluções da TOTVS voltadas ao agro, com foco na chamada "agricultura 4.0", que, cada vez mais, ganha força no Brasil. A empresa apresentará ainda oTOTVS Gestão de Pragas e Doenças no campo e o TOTVS Beneficiamento de Algodão, ferramentas de gestão em TI para melhoria de produtividade e custos.

De acordo com o diretor do segmento de Agroindústria da TOTVS, Fabio Girardi, estar no CBA é estratégico para a empresa. "Trata-se de um evento de relevância nacional, que favorece o relacionamento e contatos com toda a cadeia produtiva do algodão", afirma. Segundo Girardi, existe uma afinidade entre o tema central do congresso – Inovação e rentabilidade – e a atuação da empresa, na medida em que esta, ao desenvolver tecnologias que aprimoram o uso das informações na atividade, propicia a tomada de decisões acertadas e, consequentemente, mais ganhos em produtividade e renda para o cotonicultor. "Estamos vivendo um momento de transformação digital neste que é o mais importante setor da economia brasileira. E a chave de tudo isso está na gestão", explica Girardi, que enfatiza o trabalho desenvolvido pela Abrapa, na organização Congresso Brasileiro do Algodão e no dia a dia do setor algodoeiro.

"É gratificante saber que o nosso congresso reúne o que há de mais inovador para a cotonicultura no cenário atual e no horizonte. A TOTVS, presente ao CBA, só o torna ainda mais instigante", afirma o presidente da Abrapa, Arlindo Moura.



22/08/2017

Cotonicultores da África e da América Latina debaterão oportunidades da cooperação no 11° CBA

Produtores e pesquisadores de algodão de países da África e da América Latina, com os quais o Brasil mantém um acordo de cooperação técnica, através da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), participarão, entre os dias 29 de agosto e 1°de setembro, de uma intensa agenda de discussões e minicursos na programação do 11°Congresso Brasileiro do Algodão (11°CBA), que acontecerá no Pavilhão de Exposições do Centro de Convenções de Maceió/AL. Entre os 36 participantes vindos da América Latina e os 32 oriundos daÁfrica, estarão presentes também representantes de governos de alguns desses países. O 11°CBA, realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), é uma oportunidade para que os parceiros da cooperação brasileira troquem experiências e reforcem laços de solidariedade para o desenvolvimento da cultura do algodão e, consequentemente, econômico e social, nos, aproximadamente, 20 países envolvidos.

Durante a programação, serão abordados os desafios e oportunidades da cooperação Sul-Sul na cadeia de valor do algodão na África e América Latina. O acordo de cooperação técnica aplica recursos do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), com os quais foi possível, somente entre os anos de 2014 e 2016, capacitar em torno de 4,5 mil pessoas em 12 países da África e oito da América do Sul.

Segundo o embaixador João Almino, diretor da ABC, órgão ligado ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), o fortalecimento da cadeia produtiva do algodão nos países cooperantes é o objetivo do acordo, que, nesse sentido, se estende a frentes como a promoção do trabalho decente. "São ações importantes para aqueles países e para o Brasil. Um exemplo é o que aprendemos no campo fitotécnico. No combate e controle de pragas que ainda não existem por aqui, mas que, eventualmente, podem migrar, e, dessa forma, podemos nos preparar. Outro ganho é no acesso a novos materiais genéticos, que promove a diversificação nas lavouras brasileiras", explica o embaixador. Ainda segundo o diretor da ABC, as discussões multilaterais e os vínculos que o Brasil estabelece com esses países são de grande relevância política, e também colaboram para o incremento do consumo de algodão. "Enfatizamos o uso das fibras naturais ante as sintéticas, e isso se reflete em toda a cadeia produtiva", afirma.

Para o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, a vinda das lideranças dos países integrantes do acordo de cooperação para participar do 11°Congresso Brasileiro do Algodão cria uma oportunidade debenchmarkingmuito salutar, seja no âmbito agronômico, político, social ou econômico. "O Brasil é uma liderança no bloco da América do Sul, e, sem dúvida, umplayerimportante no mundo. Abrir-nos à discussão e à solidariedade sempre pode contribuir para o nosso aprimoramento. Cooperação é uma via de mão dupla", conclui Arlindo Moura.



21/08/2017

Embrapa participa da seleção dos 190 artigos científicos do Congresso Brasileiro do Algodão 11° CBA

Desafios aumentam conforme a cotonicultura avança, diz Liv Severino, da Embrapa Algodão.

A sigla na gênese do desenvolvimento da agricultura tropical e da produção agrícola no cerrado brasileiro, a Embrapa, integrante da comissão científica do 11° Congresso Brasileiro do Algodão (11° CBA), aprovou, com os demais membros, os 190 artigos que serão apresentados no evento, a ser realizado em Maceió (AL), entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro, pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). Para o chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Algodão, Liv Severino, o CBA é uma oportunidade de reunir todos os envolvidos com a cultura, nivelar e apresentar ao produtor os principais avanços dos últimos dois anos, além dos desafios, que, segundo o cientista, ficam mais complexos à medida em que a cotonicultura avança.

"No passado, quando a cotonicultura foi implantada no cerrado, era mais fácil conseguir impactos expressivos com a aplicação de uma nova tecnologia. Hoje, os problemas mais simples já foram resolvidos e a abordagem é muito mais desafiadora", afirma. Para Severino, o algodão, que já não pode prescindir de um consórcio com o milho e a soja, vai demandar ainda mais diversificação no sistema, com a introdução de novas culturas na rotação, como o capim, para gerar cobertura, e mesmo de animais, como o boi.

"O desafio é conciliar os critérios agronômicos e econômicos com a aplicabilidade às grandes extensões e à produção em larga escala. Não adianta querer introduzir na rotação uma atividade que não se sustente em todos esses pontos. Este é, justamente, o foco desse CBA: unir inovação e rentabilidade em benefício do cotonicultor", diz.

Na torrente das chamadas "tecnologias disruptivas", a Embrapa assume um papel importante de balizador, segundo Liv Severino. "Muitas coisas estão surgindo no mercado, e boa parte delas não têm viabilidade real. Uma contribuição da Embrapa tem sido ajudar o setor produtivo a filtrar o excesso de informação, verificar o que tem fundamento, deixando o agricultor menos vulnerável", ressalta. Liv Severino também enfatizou o papel do órgão no suporte governamental à formação de políticas públicas para o agro.

"A dimensão política é sempre um reflexo da sociedade que, em sua maioria, é urbana e desconhece a dinâmica da produção no campo. Dedicamos muito da nossa energia para suprir essa lacuna, ligando cidade e campo, demonstrando a importância estratégica da geração de alimentos, fibras e energia", explica. Liv Severino evidencia o papel da Abrapa e da cotonicultura no contexto da produção agrícola brasileira. "O algodão é uma das mais bem organizadas culturas do país, e esse é um claro resultado do trabalho que a Abrapa realiza, como um interlocutor forte, de grande representatividade, que consegue unir o setor na luta pelas grandes causas", resume.

Para o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, a pesquisa científica governamental, liderada pela Embrapa, redefiniu a cotonicultura brasileira e, cada vez mais, tem avançado, também, com o apoio da pesquisa privada, sobretudo, da indústria. "Ter a Embrapa na nossa comissão científica é mais do que uma satisfação, é mandatório", define Arlindo Moura.

Os trabalhos selecionados pela Embrapa estão agrupados em 13 seções principais, e versam sobre Beneficiamento (01), Biotecnologia (05), Entomologia (36), Fisiologia Vegetal (13), Fitopatologia (23), Fitotecnia (33), Matologia (10), Melhoramento Vegetal (36), Nutrição de Plantas (05), Qualidade de Fibras (03), Sistemas de Produção (18), Sócio-economia (05) e Sustentabilidade (02). O CBA terá premiações para trabalhos selecionados por autoria e categorias específicas. Confira os detalhes em www.congressodoalgodao.com.br.

18/08/2017

Abrapa lança aplicativo do 11° CBA para smartphone

Para ajudar os participantes do 11° Congresso Brasileiro do Algodão (11° CBA) a se organizar para tirar o melhor proveito da programação do evento, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) desenvolveu e lançou um aplicativo digital para download gratuito em smartphones pelo sistema IOS e Android. O app disponibiliza toda a programação de palestras, painéis e minicursos do CBA, além dos currículos dos palestrantes, e permite que os congressistas montem sua própria agenda, com as opções de seu interesse. O Congresso Brasileiro do Algodão é o mais importante evento da cotonicultura brasileira e acontece a cada dois anos. Nesta edição, ele será sediado no Pavilhão de Exposições do Centro de Convenções de Maceió/AL, entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro.

Para baixar o aplicativo do 11°CBA, basta entrar na loja digital do Android ou IOS no smartphone e digitar na busca congressodoalgodao. Para melhor aproveitar todas as possibilidades do app, o congressista deve se inscrever no aplicativo e completar o seu perfil, que pode ter foto e informações profissionais. O app integra todos os participantes e permite que eles estabeleçam contato entre si, troquem mensagens e compartilhem informações, como uma rede social. Ao longo dos dias do congresso, o app do 11° CBA será atualizado com informações para download e fotos.

"A cada edição do CBA, surgem novidades tecnológicas que tornam o nosso congresso ainda mais interessante e informativo. Este ano, as inovações tecnológicas serão, inclusive, o tema central do evento, junto com a rentabilidade. E as tecnologias ao alcance da mão, que ajudam o produtor a gerenciar as atividades e insumos no seu dia a dia, são parte disso. No caso do CBA, esses insumos são tempo e conhecimento", afirma o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.



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